quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

A SANTA DO PAU OCO QUE SENTAVA...

Nixon na foto com Charles "Bebe" Rebozo

Um livro que será lançado em janeiro nos Estados Unidos afirma que o ex-presidente Richard Nixon manteve uma relação homossexual com o banqueiro Charles "Bebe" Rebozo, que supostamente tinha ligações com a máfia. "Nixon's Darkest Secrets: The Inside Story of America's Most Troubled President", do veterano correspondente da Casa Branca, Don Fulsom, revela a suposta relação turbulenta que o ex-líder mantinha com seu amigo de origem cubana, informou nesta terça-feira o jornal "Huffington Post" em sua edição digital.
Nixon, que governou os EUA entre 1969 e 1974, era considerado uma pessoa homofóbica. O livro conta que quando um assessor de Lyndon Johnson, seu antecessor na Casa Branca, foi encontrado mantendo relações com um marinheiro, Nixon o chamou de "doente" e disse que esse tipo de pessoa não poderia ocupar cargos de confiança.


Não sei, me lembrei de um deputado no Brasil que já foi da caserna, onde muitos garotos lhe apresentaram armas, e que adorou a imposição da dita, dura, pelo governo norteameriano no seu círculo. Assim como o machão do Nixon, ela também odeeeeeeeeeeeeeeeia os gays.

Dizem as malvadas línguas que Nixon provocava o banqueiro Rebozo, nos momentos íntimos, por ele ser cubano. Nixon dizia: - Duvido Cuba lançar algum míssel. Quero ver Cuba lançar. Rebozo lhe respondia: - Cuba lança sim e depois você vai ver o míssel entrar na esfera.




FELIZ ANO VELHO...

Adeus ano novo, feliz ano velho, que tudo se realize...

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

QUEM CARREGA "JORNALISTAS" SEM ÉTICA? QUEM NOS PROTEGE DELES?

A ÉTICA É LINDA...


A empresa RBS lançou o seu novo Guia de Ética e Autoregulamentação em alto estilo, contando com a presença do ministro do STF Ayres Britto que falou sobre a liberdade de imprensa. Segundo o Ministro, o excesso de liberdade se corrige com mais liberdade ( http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2011/12/o-excesso-de-liberdade-se-corrige-com-mais-liberdade-defende-ministro-do-stf-3591080.html ), será? Veremos mais adiante.



VIOLAR DOMÍCILIOS É ETICO?

Caso a RBS seja uma empresa séria que respeita a imagem do STF, Giovani Grizotti estará com os dias contados dentro da empresa. Com base no Guia de Ética e Autoregulamentação, caso a sua condenação de 1º grau - no processo 1.09.0041932-0/Porto Alegre - se confirme com a decisão de 2º grau no processo 70045546983, o “jornalista investigativo”, que já flagrou um idoso indo a uma barbearia, poderá ir para a fila dos desempregados. Para quem não está por dentro do assunto vamos tentar resumi-lo para uma melhor compreensão. No referido processo o corajoso Juiz decidiu condenar o “jornalista investigativo”. A título indenizatório, ele deverá pagar uma indenização por ter, entre outros fatos, violado o domicílio de uma das duas vítimas e noticiado fato inverídico, que prejudicou a imagem delas. Assim, percebe-se que o “jornalista investigativo” estragou com os pés o Guia de Ética e Autoregulamentação da RBS construído pelas mãos do Sr Nelson (consulte processo http://www.tjrs.jus.br). A reportagem teve grande repercussão negativa no meio onde uma das vítimas vive. Analisando o teor dos autos nos cabe uma pergunta: onde está a ética do jornalismo?



GUIA DE ÉTICA e AUTOREGULAMENTAÇÃO DA RBS SERÁ GUIA DE É TITICA?

Segundo o Guia de Ética e Autoregulamentação, a RBS respeita a privacidade dos cidadãos. Entretanto para o juiz, que condenou o “jornalista investigativo”, Giovani Grizotti demonstrou com o seu comportamento não estar nem aí para a privacidade dos cidadãos, ou seja, agiu rasgando o referido Guia. A RBS também faz questão de orientar os seus profissionais alegando que eles devem ter em mente que, aos olhos do público, a sua atitude pessoal, no exercício da atividade ou não, está sob permanente observação. Portanto, jornalistas devem considerar que sua atividade profissional freqüentemente se confunde com sua vida pessoal, exigindo de todos elevados padrões éticos e de conduta em diferentes momentos e circunstâncias, a fim de assegurar sua credibilidade e a do veículo para o qual trabalham. Com tudo, caso a sentença se confirme, caberá aos responsáveis da empresa aplicar ou não o seu Guia de Ética e Autoregulamentação ao “jornalista investigativo”, dessa forma farão valer as palavras do ministro do STF Ayres Britto sobre o Guia: “isso é uma autorregulamentação, com a instauração de um guia ético. Isso pode e deve ser cobrado como linha. Isso significa maturidade, signo de sociedade avançada.” Mas eles podem também optar pela impunidade do “jornalista investigativo” deixando Ayres de Britto com a saia justa e comprovando que a imprensa brasileira precisa urgentemente de uma regulamentação, pois ela não está informando e a informação é direito da sociedade, violações de domicílio, não.



EXCESSOS NÃO SÃO VIRTUOSOS MINISTRO

Disse o ministro do STF: “o excesso de liberdade se corrige com mais liberdade.” Que absurdo Ministro. O senhor acha correto oferecer mais liberdade a um jornalista que viole o seu domicílio e invente inverdades ao seu respeito? Dessa forma, amanhã ou depois, ele pode estar na cama, estuprando a sua filha e em seguida alegar que ela é uma vadia e o seduziu tudo em nome da liberdade de imprensa. Por favor, Ministro, data vênia, o senhor está enganado, não é possível oferecer mais liberdade a quem, no exercício de sua profissão age ferindo direitos fundamentais. Ainda prefiro a lucidez constitucional do juiz que condenou Giovani Grizotti quando salientou a importância da imprensa e da comunicação nos seguintes termos: “Nestas condições, cuida-se a liberdade de imprensa de direito absoluto no sentido de não poder estar submetida à censura prévia. O exercício abusivo deste direito, todavia, quando em conflito com valores outros não menos significativos, haverá de ocasionar a necessidade de reparação no âmbito da responsabilidade civil. Neste sentido, o espólio de JOSÉ PAULO CAVALCANTI FILHO:” Uma imprensa verdadeiramente democrática deve ter não apenas a mais ampla liberdade de informar, como também a mais ampla responsabilidade no exercício dessa liberdade”. Assim, uma notícia, para ser reconhecida como manifestação de opinião e direito à informação, de modo algum pode conter ofensas ao direito da preservação de imagem/patrimônio de cada pessoa, devendo corresponder exatamente à verdade, o que não foi o caso da lide.”



LIBERDADE PARA CONCLUIR

Para finalizarmos, é necessário lembrar, antes de tudo, que é muito fácil violar o domicílio de pobre. O impossível é violar o domicílio daqueles que lucraram 85 bilhões de dólares em 2010 com o tráfico de drogas. Para esses não existe “jornalista investigativo”. Assim, foi louvável a decisão do julgador em 1ª instância, pois traz a tranqüilidade necessária da segurança jurídica um dos alicerces básicos do tecido social. O Estado é obrigado a garantir direitos sociais, deve ser mais enérgico com as grandes empresas de comunicação, caso contrário seremos dominados pela ditadura ideológico da imprensa sem ética.

POLICIAIS VITIMADOS



Encontrei esse vídeo no You Tube. Muito bom, dedico a todos os policiais do Brasil.

SEGURANÇA PÚBLICA: VOCÊ NÃO SABE NADA...


Pensar em segurança pública, eis a questão. O cidadão comum só pensa em segurança pública quando topa com o ladrão. O político só pensa em segurança pública quando é para pedir voto, como fez a senadora Ana Amélia Lemos em plena campanha eleitoral ao visitar uma entidade de classe da polícia militar gaúcha. Nesse aspecto, permitam-me fazer um breve apontamento, a visita da então candidata ao senado, Ana Amélia Lemos, além de pedir voto, foi para deixar registrado que ela não entendia muito bem de Segurança Pública. No entanto, garantiu que ao surgirem dúvidas sobre o tema, ela consultaria o então Deputado Federal José Otávio Germano, pois para ela, José Otávio entende do tema Segurança Pública como ninguém. Confira no link http://cacadoresdecabeca.blogspot.com/2011/03/tem-que-ter-estomago.html. O problema é que José Otávio Germano é acusado de integrar a quadrilha que desviou cerca de R$ 44 milhões do DETRAN gaúcho, ou seja, ele não é a pessoa mais indicada para falar em segurança pública ou dar conselhos, a não ser para a Senadora. No entanto, retomando o nosso assunto, os “jornalistinhas” e a imprensa sem diploma de jornalismo só pensa em segurança pública quando o assunto é criar o sensacionalismo barato, meter o pau nos policiais ou para escrever um livro sem profundidade científica. Ou seja, eles não sabem nada de segurança pública.
Surgem os especialistas de segurança dos bancos acadêmicos, alguns muito bons, outros, sobre segurança, entendem só do cinto de segurança. Ninguém houve soldado, cabo, sargento, investigador, inspetor, ou seja, os verdadeiros homens que dão vida a segurança pública; eles não são ouvidos, somente os seus superiores que assinam papéis e mais papéis. Por tudo isso, temos uma visão deformada sobre o tema segurança pública e assim nunca solucionaremos as antigas mazelas. Resultado: tragédias e mais tragédias. Como por exemplo, a atual ocorrida no Rio Grande do Sul onde um sargento da Brigada Militar de folga foi morto a tiros por agentes da Polícia Civil do Paraná em Gravataí, na Região Metropolitana. Os policiais civis do Paraná, sem autorização, entraram no Estado para efetuarem a prisão de uma quadrilha de seqüestradores e liberarem os reféns. Não avisaram ninguém, pois para inflarem seus egos queriam os elogios só para si além de mostrarem seus troféus simbolizados nos delinqüentes presos. No final: tragédia. Atualmente estão presos e carregam para sempre o troféu de um cadáver, pois mataram um eficiente sargento da Brigada Militar. Não duvido que após a tragédia, feridos na sua honra policial e obrigados a revelarem informações sobre o crime, os policiais do Paraná tenham repassado as informações erradas a polícia Civil gaúcha para que esta não obtivesse total sucesso na prisão dos seqüestradores, pois quem viola um Estado de forma clandestina é capaz de tudo.
Concluo afirmando que é preciso fazer uma CPI nacional sobre as policias no Brasil, elas precisam mudar urgentemente. Parabéns a Polícia Civil Gaúcha e a Brigada Militar, pois são valorosos homens prontos a sacrificar a própria vida na luta contra o crime.