Fazer o mal é algo fácil do ponto de vista do incompetente, pois quem não tem competência nada produz, nada cria e, portanto, não muda o mundo a sua volta. O mal surge dessa inércia “produzida” por eles que criam, com isso, um mundo sem graça, sem criatividade. Um mundo doentio e limitado. Eles não querem a mudança, eles querem a manutenção de suas luxúrias e gulodices, nem que para isso tenham que sacrificar trabalhadores.
Por outro lado, fazer o bem é difícil, por mais simples que possa parecer, as coisas boas não são realizadas facilmente, pois estão à disposição dos incompetentes que dominam o mundo (infelizmente são muitos) e como visto anteriormente, eles preferem a inércia nociva ao invés da ação positiva, propositiva e pragmática.
As coisas boas são óbvias, claras, simples e transparentes. Por isso, somente pessoas que carregam em sua alma estes adjetivos louváveis poderão realizar coisas boas para o tecido social e Gerdau faz parte desse seleto grupo.
A Presidenta Dilma ganhou um reforço louvável para o seu governo e com certeza a sociedade brasileira ganhará muito com tudo isso. Gerdau mostrou como fazer o bem, não precisa ser complicado. No fórum de empresários de Comandatuba, o empresário bem exemplificou a nossa afirmação textual quando defendeu a reforma tributária e a correção de distorções na folha de pagamentos com a seguinte frase: "Não pode ter imposto na folha de pagamento. O dinheiro tem que ir para o operário. Com esse dólar, a gente tem que investir muito em competitividade. Senão vamos criar emprego, mas no exterior".
Ou seja, uma fala simples do Empresário, trouxe a solução para uma grande parcela dos problemas do nosso país. Como ninguém pensou nisso antes? Não pensaram os incompetentes, pois os bons, como Gerdau já haviam pensado muito tempo antes.
"Eu quero saber o que você estava pensando. Eu avalio o preço me baseando no nível mental que você anda por aí usando"(Raul Seixas) Aqui você é livre para pensar, aqui não há canibais de cabeça.
sábado, 23 de abril de 2011
sexta-feira, 22 de abril de 2011
ADMINISTRAÇÃO FORTUNATI
Alguém sabe quem é o Secretário Municipal de Coordenação Política e Governança do Prefeito José Fortunati em Porto Alegre? Não? Vou dar um tempo para o leitor pensar...
Pensou? Ainda não descobriu? Mais um tempinho, vale à pena tentar descobrir...
Vou dar pistas sobre o Secretário: ele foi gravado em conversas com o vice-governador do Rio Grande do Sul, Paulo Feijó (DEM).
Nas conversas ele discutia financiamentos ilegais e o teor da gravação foi revelada em uma sessão da CPI do Detran, que investigava o desvio de R$ 44 milhões do departamento.
Conseguiu descobrir o nome dele? Ainda não? Não se envergonhe, pois José Fortunati parece não saber também quem seja o seu Secretário. Então, aí vai mais uma dica para o leitor e para o Prefeito de Porto Alegre: no diálogo com Feijó, o Secretário misterioso fala da utilização de verbas públicas para financiar o PP, que faz parte da base aliada do governo do PSDB no Rio Grande do Sul.
Você lembrou? Isso mesmo, Cezar Busatto é o Secretário Municipal de Coordenação Política e Governança do Prefeito José Fortunati. Infelizmente o atual Prefeito parece não saber desse passado aético e amoral do atual Secretário a ponto de nomeá-lo na sua gestão.
O que está acontecendo com a nossa política? Como é que pessoas sem um pingo de preocupação com o suor e o sangue dos humildes trabalhadores conseguem se perpetuar no poder com a maior cara de pau? Como o Prefeito José Fortunati, que tem uma história na política marcada pela decência, chegou a este ponto? Que explicação teria o Prefeito de Porto Alegre, capaz de justificar esse ato transloucado de nomeação? Não sei, sinceramente não sei. Eu só espero que a motivação de José Fortunati não esteja vinculada à experiência de “negociação” que Cezar Busatto tem quando o assunto é verba pública.
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sábado, 9 de abril de 2011
CALE-SE, VOCÊ ME DEIXA LOUCO...
Em seu twitter, a deputada Manuela d'Ávila destacou que ficou chocada com o tamanho dos hematomas nos braços da vereadora Maristela Maffei, oriundos da violência policial na manifestação por transporte público em Porto Alegre.
Não compreendo esse espanto da deputada, ou ela é ingênua de verdade ou ela é ignóbil. Alguém deveria lembrar à menina, que há tempos os nossos policiais vivem sob o jugo da ditadura de outrora, pois o país conquistou a Democracia e se livrou da administração militar. No entanto, no Brasil, a polícia continua pelas mãos dos militares, fazendo a única coisa que foram treinados a fazer: hematomas.
Não se assuste deputada, faça algo de bom: trabalhe para mudar esse quadro. Ajude a sociedade brasileira a construir uma nova polícia desmilitarizada e democrática, ou, como dizia o “Kiko” (personagem infantil do ator Carlos Villagrán): ora, cale-se, cale-se, cale-se, você me deixa looooooouuuuuuucoooooooooooooooo...
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