Fazer o mal é algo fácil do ponto de vista do incompetente, pois quem não tem competência nada produz, nada cria e, portanto, não muda o mundo a sua volta. O mal surge dessa inércia “produzida” por eles que criam, com isso, um mundo sem graça, sem criatividade. Um mundo doentio e limitado. Eles não querem a mudança, eles querem a manutenção de suas luxúrias e gulodices, nem que para isso tenham que sacrificar trabalhadores.
Por outro lado, fazer o bem é difícil, por mais simples que possa parecer, as coisas boas não são realizadas facilmente, pois estão à disposição dos incompetentes que dominam o mundo (infelizmente são muitos) e como visto anteriormente, eles preferem a inércia nociva ao invés da ação positiva, propositiva e pragmática.
As coisas boas são óbvias, claras, simples e transparentes. Por isso, somente pessoas que carregam em sua alma estes adjetivos louváveis poderão realizar coisas boas para o tecido social e Gerdau faz parte desse seleto grupo.
A Presidenta Dilma ganhou um reforço louvável para o seu governo e com certeza a sociedade brasileira ganhará muito com tudo isso. Gerdau mostrou como fazer o bem, não precisa ser complicado. No fórum de empresários de Comandatuba, o empresário bem exemplificou a nossa afirmação textual quando defendeu a reforma tributária e a correção de distorções na folha de pagamentos com a seguinte frase: "Não pode ter imposto na folha de pagamento. O dinheiro tem que ir para o operário. Com esse dólar, a gente tem que investir muito em competitividade. Senão vamos criar emprego, mas no exterior".
Ou seja, uma fala simples do Empresário, trouxe a solução para uma grande parcela dos problemas do nosso país. Como ninguém pensou nisso antes? Não pensaram os incompetentes, pois os bons, como Gerdau já haviam pensado muito tempo antes.

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