segunda-feira, 27 de julho de 2009

TROCANDO EM MÍUDOS COM O PROFESSOR XIMBICA - Parte 1


ESPORTE: "Carvalho faz cobranças e comunica afastamento de D' Alessandro"

Ximbica: O dirigente colorado esqueceu-se de comunicar o afastamento do Inter do G4.

Fonte: Globo Esporte



SOCIAL: " O caso do garoto que pedia $ para material escolar será contada pelo Cid no Brasil na Madrugada. É mais uma história de agressão à criança".

Ximbica: Será que os netos da Governadora Yeda estão conseguindo estudar sabendo que há uma terrorista solta por aí, que adora prender crianças em latões para estudarem?

Fonte: Twitter André Machado

TROCANDO EM MÍUDOS COM O PROFESSOR XIMBICA


Foto: Ximbica chupando os dentes que lhe restam


Professor Ximbica é Doutor em Sociologia da Políticagem Oculta. Área de Pesquisa: Educação Secreta para ocultos. Título da Tese:"O Ato Secreto no Oculto do Povo é Refresco". Harvard University. Conclusão: Abril 1971.
O Doutor Ximbica é o nosso mais novo contratado para atuar como analista e comentarista dos acontecimentos do mundo do ocultismo político. Atualmente, vive na cidade de Barra do Ribeiro no Rio Grande do Sul e enviará para a nossa redação, via pombo-correio, os seus bilhetinhos. Nós do "Caçadores" juntaremos e publicaremos, em doses homeopáticas.
Boa Leitura a todos.

sábado, 25 de julho de 2009

GRIPE A,A,A,A,A,A,A,ATCHIMMMMMMMMMM...

A gripe "A" veio para ficar aqui no Rio Grande do Sul, para nossa infelicidade. Pessoas tiveram o fio da sua vida desfiado do conjunto da obra terrena, se foram com o vento do sopro da morte, graças a gripe "A". Infelizmente não tiveram oportunidade de realizar seus sonhos. Várias pessoas ainda morrerão por conta dessa gripe e os governantes sabem muito bem disso. Eles mentem descaradamente, por intermédio dos meios de comunicação com o intuito de evitar uma revolta do povo. O atual Secretário da saúde do Rio Grande do Sul, Osmar Terra, afirma que não há motivos para pânico, que ela, a gripe "A", é igual a gripe comum. Não é, não.

VOCÊ ACREDITA?
Convém lembrar que Osmar Terra, no episódio da febre amarela, que havia iniciado lá, longe, no norte do Estado, havia garantido que não havia motivo para pânico, pois o mosquito transmissor não saia da mata, logo era absurdo todos recorrerem desesperados aos postos de saúde para tomarem a vacina. Pouco tempo depois o mosquito do norte, que não saia da mata, já se encontrava aqui em Guaíba. Um secretário que fala uma coisa e na realidade acontece outra, não merece credibilidade.

VOTO PARA MIM
Em sua campanha eleitoral para o governo do Estado, a então candidata Yeda Crusius fez sérias críticas contra as políticas de saúde pública do seu antecessor, Germano Rigotto. Agora pasmem, vocês sabem quem era o Secretário da Saúde? Ele mesmo, Osmar Terra. Curiosamente a Sra Yeda o manteve na Secretaria da Saúde como secretário. Ou seja, saúde não é coisa para ser levada a sério aqui no Rio Grande do Sul. Entretanto, para angariar voto vale tudo, até mesmo debochar da inteligência média dos gaúchos.

POLÍTICO NÃO MORRE POR CAUSA DA GRIPE "A" AQUI NO RIO GRANDE DO SUL.
Nenhum político morreu e com certeza não morrerá, aqui no Estado, por culpa da gripe "A". As políticas de saúde pública inexistem para a população, no entanto elas são direcionadas, assim como todas as políticas desse Governo, para proteger políticos que fazem politicagem e corruptos. O povo é quem vai morrendo, o povo é quem sofre e perde seus entes queridos. Os politiqueiros ficam encarregados de iludir o povo, mentir para ele, a fim de evitar uma convulsão social. Há muito tempo não temos políticas de saúde pública no Estado, há muito tempo nossos jovens e idosos morrem por falta de medicamentos e há muito tempo não se fala em prevenção da saúde contra doenças. Isso ocorre por que saúde pública não é nossa prioridade, a prioridade do atual governo é achar um modo de evitar uma CPI para investigar os atos de corrupção de políticos e empresários que estão imunes a gripe "A" .

DIÁLOGOS OBSCUROS


- Sarney, meu guru, eu fui teu Ministro da Agricultura, ou seja, apoiei o teu governo. Por isso, não me leves a sério quando lhe peço para se afastar do Senado, eu quero desviar o foco dos gaúchos do governo Yeda para o Senado.

- Eu sei Simon, eu sempre fui o que sou e você me ajudou muito, aliás somos do mesmo partido, o velho PMDB de guerra. É uma pena que você apoie o maior desastre político do sul: o desgoverno Yeda. Por que você não apoiou a CPI contra a corrupção deste desgoverno? Você escreveu o livro "Boicote às CPIS facilitou a corrupção" e não seguiu a sua própria cartilha? Hoje eu sei por que estás gritando de galo aqui em brasilia, enquanto, lá no sul, pia fino igual a um pintinho. São coisas da nossa política, Simon. O bom nisso tudo é que nós temos os nossos votos de cabestro, aconteça o que aconteça estes nunca nos deixarão fora da política, ha, ha, ha, ha, ha, ha...

sexta-feira, 24 de julho de 2009

BOA SORTE NILMAR, VOCÊ MERECE...


Nilmar: “O torcedor do Inter vai me entender”

Atacante agradece apoio do clube e se despede dos colorados


Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&section=Esportes&newsID=a2592266.xml

ATO SECRETO VIROU MODA...

Dona Gerturdes, catadora de lixo, surpreende-se com o tamanho do ventre da filha mais nova. Esta põe a culpa nos atos secretos, pois ouviu dizer que os atos secretos foderam com o povo.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

POR QUE SARNEY NÃO CAI FORA? - Parte 2


O senador Pedro Simon (PMDB-RS) é conhecido nacionalmente por sua cruzada contra a corrupção e pela defesa da moralidade pública. A retórica inflamada do senador gaúcho na tribuna do Senado é cantada em prosa e verso por seus correligionários, eleitores e admiradores.

Um estranho fenômeno, porém, atingiu o senador desde novembro de 2007, quando a Polícia Federal desencadeou a Operação Rodin no Rio Grande do Sul. A operação prendeu uma quadrilha acusada de desviar recursos públicos do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) no Estado. Para surpresa da população gaúcha, figuras até então respeitáveis da política local foram denunciadas como chefes da quadrilha, dando início a uma grave crise que atingiu em cheio o governo de Yeda Crusius (PSDB).

Com vários aliados acusados de integrar a quadrilha, Simon silenciou. Seguia fazendo seus discursos em Brasília, mas o Rio Grande do Sul foi riscado de sua geografia moral. A ausência de questionamentos na mídia contribuiu para alimentar esse silêncio. Em agosto deste ano, porém, uma nova denúncia abalou mais uma vez esse silêncio.

Atendendo a pedido da Procuradoria Geral da República, o Supremo Tribunal Federal autorizou a investigação de ilustres integrantes do PMDB gaúchos, acusados de envolvimento com um esquema de fraude na prefeitura de Canoas, administrada pelo tucano Marcos Ronchetti.

Estão sendo investigados, entre outros, o deputado federal Eliseu Padilha (ex-ministro dos Transportes do governo FHC), o presidente da Assembléia Legislativa, Alceu Moreira, o deputado estadual Marco Alba (atual secretário de Habitação do governo Yeda), e o prefeito de Sapucaia do Sul, Marcelo Machado, todos do PMDB.

O silêncio do senador acabou tornando-se ensurdecedor e ele acabou falando. Na manhã de 9 de setembro, em entrevista à rádio Gaúcha, Simon criticou as investigações considerando “infeliz” o momento em que ocorrem, referindo-se ao período das eleições municipais. “Esse problema de Canoas está aí há dois anos. Não é feliz iniciar uma discussão que nem essa há 30 dias da eleição. Podia ter tirado da gaveta há um ano e esse assunto já teria sido discutido”, disse o senador, que não tomou nenhuma iniciativa para “tirar esse assunto da gaveta” há um ano.

Antes desta manifestação, Simon ameaçou processar o atual vice-governador do Estado, Paulo Feijó (DEM) e o ex-chefe da Casa Civil do governo Yeda Crusius, Cézar Busatto (PPS), por declarações e denúncias envolvendo o PMDB e o Banco do Estado do Rio Grande do Sul. O atual presidente do Banrisul, Fernando Lemos, é afilhado político de Simon.

Em uma conversa gravada por Paulo Feijó, Busatto afirmou que o Banrisul seria utilizado pelo PMDB para financiar campanhas eleitorais no Estado. A revelação do conteúdo da conversa provocou a demissão de Busatto e quase decretou o fim do governo Yeda que chegou a criar um gabinete de transição para iniciar um “novo governo”.

Simon e Eliseu Padilha assinaram uma nota, em nome do PMDB gaúcho, rebatendo a acusação e anunciando uma ação judicial contra Busatto e Feijó. Mais tarde, desistiram da ação diante da afirmação do ex-chefe da Casa Civil de que tinha sido “mal-interpretado”. Mas antes disso, o vice-governador denunciou o desvio de cerca de R$ 18 milhões dos cofres públicos, envolvendo contratos do Banrisul com a Fundação de Apoio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Faurgs)

Segundo Paulo Feijó, em 2006, o Banrisul teria repassado R$ 24 milhões para a Faurgs. No mesmo período, porém, teria sido contabilizada a entrada de apenas R$ 6 milhões na fundação. Uma empresa terceirizada que prestaria serviços exclusivamente para a fundação teria recebido o restante. Feijó disse que sua denúncia estava baseada em um documento resultante das investigações feitas pelo Ministério Público. Ele entregou esse documento à governadora Yeda Crusius.

Fonte: http://www.correiodobrasil.com.br/noticia.asp?c=143481

PIADAS DO WIANEY - Parte 2


" me lembrando do saudoso, aquele que foi o melhor secretário de segurança desse Estado, o José Fernando Eichenberg. Ele terminou com as quadrilhas no Estado".
(Piada dita por Wianey Carlet no programa "Sala de Redação" do dia 23 de julho de 2009).
Comentários: Carlet está cada vez melhor, suas piadas são inigualáveis. Te cuida Ary Toledo. Ah, já ia me esquecendo, ao contrário do Carlet que só faz a gente rir, o ex-secretário Eichenberg fez muitos policiais chorarem por conta de transferências autoritárias, além de implementar a demissão voluntária dos policiais. Ou seja, destruiu a dignidade dos policiais (subalternos) e demitiu outros, como pôde terminar com as quadrilhas? Esse Carlet, é de morrer...

quarta-feira, 22 de julho de 2009

MOLEQUE E FANFARRÃO


Há um moleque, um fanfarrão trabalhando, ou melhor, atrapalhando o excelente serviço da Polícia Civil, entidade respeitável que bons serviços sempre prestou a sociedade gaúcha.
Parafraseando o capitão Nascimento, personagem do filme Tropa de Elite, Ricardo Lied é um moleque, fanfarrão e não honrou um cargo tão importante: chefe de gabinete do governo estadual.

O que lamentamos, infelizmente, é o envolvimento de um delegado da polícia civil legitimando a pseudo autoridade de um moleque irresponsável. E isso ocorre por que o fanfarrão se escondeu atrás do distintivo de um delegado, este sim a verdadeira autoridade, para chantagear um colega de governo, o ex-presidente do DETRAN/RS Sérgio Buchmann.

O delegado Luis Fernando Martins de Oliveira do DENARC não poderia ter agido daquela forma e eu, particularmente, não quero acreditar que o Delegado imaginava o que poderia ocorrer, acho que ele caiu em um golpe sujo e quando percebeu já se achava envolvido.

Desde que o escândalo do DETRAN/RS veio a público os integrantes do atual desgoverno Yeda Cruzes vem agindo com mentiras, truques e trapaças e com isso pessoas estão sangrando, verdadeiras vítimas dessa administração desastrosa.

Já não se sabe até que ponto o moleque de plantão plantou as drogas no apartamento do Fábio, filho do ex-presidente do DETRAN/RS, pois tudo foi tão sujo, tão repugnante que não podemos acreditar em uma só palavra de qualquer pessoa que seja integrante e defensor desse desgoverno.

Que bom se existisse um capitão Nascimento que pegasse o colarinho branco do Ricardinho Lied e lhe desferisse vários tapas no rosto para em seguida gritar: "tu és moleque Ricardinho, sai desse cargo, pois tu não honras o estado do Rio Grande do Sul, seu moleque, fanfarrão".
Com certeza o Ricardinho iria chorar e procurar a sua turminha, pois somente os irresponsáveis têm coragem para fazer a canalhice que até agora vem sendo feita na atual gestão do Executivo.

terça-feira, 21 de julho de 2009

A PIADA DO ANO

Wianey Carlet é um jornalista do grupo RBS. No entanto, no dia 20 de julho do corrente ano, no programa "Polêmica", ele mostrou o seu outro lado: Wianey Carlet é um grande piadista.
Nesse dia, um dos conviados do programa fez uma crítica leve sobre a vida política do Senador Pedro Simon, o nosso Tião Gavião da política brasileira. Imediatamente o âncora do programa interrompeu o convidado e saiu-se com essa: "Pedro Simon é a nossa referência moral na política".

Parabéns Wianey, essa foi muito boa, eu ri muito.

APRENDENDO A LIÇÃO


Professor não é terrorista. Terrorista se torna o Estado e seus administradores quando não cumprem com suas obrigações legais.
O liberalismo até certo ponto é bom. Passou disso ele se torna perverso para os pobres e excelente para aqueles que gostam de lucrar de forma desmedida, mesmo que com isso pessoas passem fome, percam seus empregos e seus filhos não tenham educação. Essa perversidade resultou em indignação universal, há muito tempo. Foi com o advento da Revolução Industrial que o mundo percebeu que o liberalismo exasperado era cruel e ignóbil.
Diante disso, os homens foram presenteados com os direitos humanos de segunda geração, que são os direitos sociais, onde o Estado tem a obrigação de realizá-los. Os direitos sociais estão previstos em nossa Constituição Federal, mais precisamente nos artigos 6º e 7º.
Dessa forma concluímos que o Estado tem obrigação legal de realizar os direitos sociais, o que está sendo negado aos nossos professores e crianças da rede pública de educação do Rio Grande do Sul. Isso, sim, é terrorismo.