Muitos gaúchos morreram e muitos ainda morrerão sem receberem o seu precatório. Enquanto isso, ninguém do escândalo do DETRAN/RS foi punido. Por favor devolvam o meu dinheiro desviado, pelo menos isso.
"Eu quero saber o que você estava pensando. Eu avalio o preço me baseando no nível mental que você anda por aí usando"(Raul Seixas) Aqui você é livre para pensar, aqui não há canibais de cabeça.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
A DEMOCRACIA TEM MEDO DE LEMBRAR

DEMOCRACIA FAZ UM ALERTA PARA AS POLÍCIAS ESTADUAIS: JUSTIÇA MILITAR, ISTO TEM QUE ACABAR.
No Brasil, não há políticas efetivas para o combate correto da violência. Ainda impera a idéia de que a violência deve ser combatida com as forças policiais. Particularmente, em relação às polícias militares, podemos afirmar que elas são resíduos ditatoriais existentes em nosso país, infelizmente.
No Brasil, não há políticas efetivas para o combate correto da violência. Ainda impera a idéia de que a violência deve ser combatida com as forças policiais. Particularmente, em relação às polícias militares, podemos afirmar que elas são resíduos ditatoriais existentes em nosso país, infelizmente.
Os Estados receberam sinal verde da Constituição Federal para julgarem os seus policiais militares por uma justiça militar ou não. Disso, uma pergunta é necessária: é justo manter uma justiça especial caríssima ao bolso do contribuinte somente para atender o interesse de um pequeno grupo de policiais?
HIPOCRISIA, MEIA VOLTA VAMOS DAR NA OPINIÃO PÚBLICA
Conforme já havíamos analisado, a oligarquia domina o poder político que por conseqüência administra o Estado e suas instituições. Desta relação nefasta surgem as desigualdades sociais que fomentam a violência do nosso cotidiano. Para as elites brasileiras, o tema da violência, no Brasil, deve ser enfrentado de uma única maneira: com violência policial. Assim a manutenção de polícias militares em um regime democrático de direito, nada mais é que o deboche das elites sorrindo das classes pobres.
A elite dona da mídia assusta a opinião pública. Faz alertas sobre os rumos da violência e desestabiliza emocionalmente o povo com prognósticos terríveis. Dessa forma, legitima na mente das pessoas a idéia de que a violência policial é um mal necessário para resolver o problema da violência social. No entanto, ela não informa que a responsabilidade desse conflito é sua, oriunda de suas relações de dominação do poder político, econômico e social do país. Com essa hipocrisia a elite dá, como se diz na gíria, uma volta na opinião pública sobre o tema violência. Tudo isso para que a sociedade continue mergulhada na ignorância.
JUSTIÇA MILITAR ESTADUAL, MEIA VOLTA VAMOS DAR NA OPINIÃO PÚBLICA
Após o regime ditatorial em nosso país os perseguidos foram anistiados e os perseguidores e torturadores também. Como resultado, estes dois últimos grupos continuaram em cargos de chefia comandando as suas polícias militares. Hoje em dia temos um estado democrático de direito e muito embora a nossa sociedade seja civil, as elites mantiveram uma polícia militar para policiá-la.
As regras militares são mais rígidas para os oprimidos e mais fácil para os opressores. Nesse regime, os policiais militares são adestrados como cães (ver filme “Tropa de Elite”) e assim eles têm que obedecer a ordem do adestrador. E quando o adestrador falhar? Quando ele falhar, a justiça militar estadual entra em cena para proteger os seus integrantes, principalmente seus oficiais superiores, pois estes serão os juízes e desembargadores de amanhã, mesmo que não tenham formação jurídica.
No Rio Grande do Sul, o que perturba a inteligência média do conjunto da sociedade gaúcha é a falta de escrúpulos no discurso de alguns coronéis que tentam influenciar a opinião pública pró manutenção da justiça militar. De onde eles tiraram autoridade para falar sobre o assunto se foram eles quem administraram a justiça militar de maneira suja e perversa? Na verdade eles são hipócritas e não têm autoridade para isso.
A justiça militar estadual só serve para manter a injustiça. A atual justiça militar estadual do Rio Grande do Sul está submersa em sérias irregularidades, tais como a falta de transparência na distribuição dos processos, morosidade, indícios de nepotismo, vencimentos de magistrados (sem formação jurídica) com valores acima do teto constitucional que, segundo a Resolução do CNJ de nº 14/2006, é de R$ 24.500,00, práticas atentatórias à independência da magistratura materializadas em recomendações para que os juízes não profiram decisões contrárias ao entendimento do Tribunal e pessoas contratadas sem concurso público. Esse modelo sujo de administração dos intocáveis militares estaduais gaúchos foi constatado pelo relatório da Corregedoria Nacional de Justiça. A inspeção incluiu averiguações em duas auditorias militares de Porto Alegre e em todos os gabinetes do Tribunal.
HIPOCRISIA, MEIA VOLTA VAMOS DAR NA OPINIÃO PÚBLICA
Conforme já havíamos analisado, a oligarquia domina o poder político que por conseqüência administra o Estado e suas instituições. Desta relação nefasta surgem as desigualdades sociais que fomentam a violência do nosso cotidiano. Para as elites brasileiras, o tema da violência, no Brasil, deve ser enfrentado de uma única maneira: com violência policial. Assim a manutenção de polícias militares em um regime democrático de direito, nada mais é que o deboche das elites sorrindo das classes pobres.
A elite dona da mídia assusta a opinião pública. Faz alertas sobre os rumos da violência e desestabiliza emocionalmente o povo com prognósticos terríveis. Dessa forma, legitima na mente das pessoas a idéia de que a violência policial é um mal necessário para resolver o problema da violência social. No entanto, ela não informa que a responsabilidade desse conflito é sua, oriunda de suas relações de dominação do poder político, econômico e social do país. Com essa hipocrisia a elite dá, como se diz na gíria, uma volta na opinião pública sobre o tema violência. Tudo isso para que a sociedade continue mergulhada na ignorância.
JUSTIÇA MILITAR ESTADUAL, MEIA VOLTA VAMOS DAR NA OPINIÃO PÚBLICA
Após o regime ditatorial em nosso país os perseguidos foram anistiados e os perseguidores e torturadores também. Como resultado, estes dois últimos grupos continuaram em cargos de chefia comandando as suas polícias militares. Hoje em dia temos um estado democrático de direito e muito embora a nossa sociedade seja civil, as elites mantiveram uma polícia militar para policiá-la.
As regras militares são mais rígidas para os oprimidos e mais fácil para os opressores. Nesse regime, os policiais militares são adestrados como cães (ver filme “Tropa de Elite”) e assim eles têm que obedecer a ordem do adestrador. E quando o adestrador falhar? Quando ele falhar, a justiça militar estadual entra em cena para proteger os seus integrantes, principalmente seus oficiais superiores, pois estes serão os juízes e desembargadores de amanhã, mesmo que não tenham formação jurídica.
No Rio Grande do Sul, o que perturba a inteligência média do conjunto da sociedade gaúcha é a falta de escrúpulos no discurso de alguns coronéis que tentam influenciar a opinião pública pró manutenção da justiça militar. De onde eles tiraram autoridade para falar sobre o assunto se foram eles quem administraram a justiça militar de maneira suja e perversa? Na verdade eles são hipócritas e não têm autoridade para isso.
A justiça militar estadual só serve para manter a injustiça. A atual justiça militar estadual do Rio Grande do Sul está submersa em sérias irregularidades, tais como a falta de transparência na distribuição dos processos, morosidade, indícios de nepotismo, vencimentos de magistrados (sem formação jurídica) com valores acima do teto constitucional que, segundo a Resolução do CNJ de nº 14/2006, é de R$ 24.500,00, práticas atentatórias à independência da magistratura materializadas em recomendações para que os juízes não profiram decisões contrárias ao entendimento do Tribunal e pessoas contratadas sem concurso público. Esse modelo sujo de administração dos intocáveis militares estaduais gaúchos foi constatado pelo relatório da Corregedoria Nacional de Justiça. A inspeção incluiu averiguações em duas auditorias militares de Porto Alegre e em todos os gabinetes do Tribunal.
Na verdade, o discurso conservador, de uma instituição militar honrada não cabe mais. Agora, ele só serve para dar, como se diz na gíria, uma volta na opinião pública. Não podemos manter essa estrutura cara, arcaica e ineficiente como é a justiça militar. Para se ter uma idéia, somente o recurso financeiro do Estado repassado a esse elefante branco daria para suprir em muito as necessidades na área da Segurança Pública. Manter essa justiça é atentar contra a economia pública, contra a segurança pública, contra a educação e contra a saúde pública. A justiça militar estadual não está intocável pelas cláusulas pétreas de nossa Constituição Federal, logo ela pode ser extinta e se assim ocorrer, a sociedade civil agradeceria, a saúde econômica do estado também e principalmente a democracia sairia fortalecida.
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sexta-feira, 24 de abril de 2009
"OS HOMENS CRIAM AS FERRAMENTAS, AS FERRAMENTAS RECRIAM OS HOMENS" McLuhan
VIOLÊNCIA
No Brasil, podemos afirmar que a estrutura do poder está diretamente ligada à oligarquia que por conseqüência domina o poder político do Estado. Ou seja, poucos (elite), preocupados somente com os seus interesses, administram a vida social e econômica de nosso país criando uma espécie de Estado particular. Os poderes constituídos de nossa nação fiscalizam e criam mecanismos para que a elite viva feliz nesse país à parte. Como resultado dessa ingerência ignóbil vive-se sérias desigualdades sociais que por conseqüência nos entregam às garras da violência.
Dentro desse contexto visualizamos o mal que o homem é capaz de praticar contra o próprio homem - Hobbes tinha razão: “o homem é o lobo do próprio homem” - dessa maneira nos questionamos: que fim terão as nossas esperanças? Para os pessimistas a percepção da resposta traz pânico; por outro lado, para os otimistas vale a pena ficar esperando, esperando, esperando...
RÓTULOS
Infelizmente hoje, principalmente no Brasil, preocupar-se com a sorte de todos os brasileiros e não somente com a elite, virou sinônimo de comunismo, esquerdismo, petismo e outros ismos pejorativos e preconceituosos que andam por aí como forma de qualificar as pessoas. Essa necessidade de criar rótulos sobre a maneira de pensar, no passado serviu somente para legitimar governos despóticos dispostos a sacrificar pessoas que pensassem de outra forma, só serve para nos afastar do entendimento que deveríamos ter sobre o funcionamento da estrutura de poder no Brasil. É graças a ela que hoje em dia vivemos uma vida social tão miserável e doente. Para mudar isso, é preciso mudar essa estrutura urgente.
EXEMPLOS
O melhor exemplo, que demonstra as conseqüências dessa incredulidade do poder, visualizamos na obra de Marcelo Masagão - “Nós que aqui estamos por vós esperamos” - vale a pena conferir parte desse documentário no vídeo acima. As imagens falam por si e a elite acha tudo isso uma grande piada, pois ela nunca foi à guerra ela somente patrocinou a guerra.
Por tudo isso, afirmamos: vigiar pensamentos, zombar deles e tentar rotulá-los de exercício intelectual de pessoas pouco esclarecidas é uma violência sem precedentes e deve ser combatida, pois assim agiram os militares no Brasil durante a ditadura, assim agiram os fascistas, os nazistas, golpistas etc. Muito bem sabemos do que eles foram capazes.
No Brasil, podemos afirmar que a estrutura do poder está diretamente ligada à oligarquia que por conseqüência domina o poder político do Estado. Ou seja, poucos (elite), preocupados somente com os seus interesses, administram a vida social e econômica de nosso país criando uma espécie de Estado particular. Os poderes constituídos de nossa nação fiscalizam e criam mecanismos para que a elite viva feliz nesse país à parte. Como resultado dessa ingerência ignóbil vive-se sérias desigualdades sociais que por conseqüência nos entregam às garras da violência.
Dentro desse contexto visualizamos o mal que o homem é capaz de praticar contra o próprio homem - Hobbes tinha razão: “o homem é o lobo do próprio homem” - dessa maneira nos questionamos: que fim terão as nossas esperanças? Para os pessimistas a percepção da resposta traz pânico; por outro lado, para os otimistas vale a pena ficar esperando, esperando, esperando...
RÓTULOS
Infelizmente hoje, principalmente no Brasil, preocupar-se com a sorte de todos os brasileiros e não somente com a elite, virou sinônimo de comunismo, esquerdismo, petismo e outros ismos pejorativos e preconceituosos que andam por aí como forma de qualificar as pessoas. Essa necessidade de criar rótulos sobre a maneira de pensar, no passado serviu somente para legitimar governos despóticos dispostos a sacrificar pessoas que pensassem de outra forma, só serve para nos afastar do entendimento que deveríamos ter sobre o funcionamento da estrutura de poder no Brasil. É graças a ela que hoje em dia vivemos uma vida social tão miserável e doente. Para mudar isso, é preciso mudar essa estrutura urgente.
EXEMPLOS
O melhor exemplo, que demonstra as conseqüências dessa incredulidade do poder, visualizamos na obra de Marcelo Masagão - “Nós que aqui estamos por vós esperamos” - vale a pena conferir parte desse documentário no vídeo acima. As imagens falam por si e a elite acha tudo isso uma grande piada, pois ela nunca foi à guerra ela somente patrocinou a guerra.
Por tudo isso, afirmamos: vigiar pensamentos, zombar deles e tentar rotulá-los de exercício intelectual de pessoas pouco esclarecidas é uma violência sem precedentes e deve ser combatida, pois assim agiram os militares no Brasil durante a ditadura, assim agiram os fascistas, os nazistas, golpistas etc. Muito bem sabemos do que eles foram capazes.
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quinta-feira, 23 de abril de 2009
ATÉ QUANDO, PORRA?
Falando em injustiça, este clip nos remete a uma reflexão e faz um questionamento: até quando iremos suportar que os nossos políticos, aliados à elite miserável desse país, levem o nosso dinheiro, prostituam as nossas crianças, roubem os nossos sonhos e ponham fim a nossa esperança?
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ROUPA SUJA
O ministro Gilmar Mendes riu do quê? Esse sorriso é o velho sorriso da intocabilidade; é o sorriso do poder que oprime enquanto seu povo agoniza por falta de políticas sociais; é o sorriso que assusta, igual ao do Conde Drácula quando está por sugar o sangue de suas vítimas.
SAUDADE DAS SENZALAS...

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, e o ministro Joaquim Barbosa bateram boca nesta quarta-feira no plenário do tribunal. Barbosa acusou o presidente da Corte de estar "destruindo a credibilidade da Justiça brasileira" durante o julgamento de duas ações --referentes ao pagamento de previdência a servidores do Paraná e à prerrogativa de foro privilegiado.
"Vossa excelência me respeite. Vossa Excelência está destruindo a Justiça deste país e vem agora dar lição de moral em mim. Saia à rua, ministro Gilmar. Faça o que eu faço", afirmou Barbosa.
Em resposta, Mendes disse que "está na rua". Barbosa, por sua vez, voltou a atacar o presidente do STF. "Vossa Excelência não está na rua, está na mídia destruindo a credibilidade do Judiciário brasileiro." [...].
Barbosa chegou a afirmar que Mendes não estava falando com os seus "capangas de Mato Grosso". O ministro disse que decidiu reagir depois que Mendes tomou decisões incorretas sobre os dois processos analisados pela Corte.
Em resposta, Mendes disse que "está na rua". Barbosa, por sua vez, voltou a atacar o presidente do STF. "Vossa Excelência não está na rua, está na mídia destruindo a credibilidade do Judiciário brasileiro." [...].
Barbosa chegou a afirmar que Mendes não estava falando com os seus "capangas de Mato Grosso". O ministro disse que decidiu reagir depois que Mendes tomou decisões incorretas sobre os dois processos analisados pela Corte.
Outros desentendimentos
Não foi a primeira vez que ministros do STF discutiram. Em agosto de 2007, Mendes e Barbosa bateram boca por uma lei que beneficiava servidores de Minas
No dia seguinte, Mendes minimizou a discussão. "Quem acompanha as sessões do STF sabe que há debates mais exacerbados, falas mais enfáticas."
(Fonte: brasil/Folha Online)
Na verdade, Mendes prefere enxergar o ministro Joaquim Barbosa pelas costas. Afinal de contas, a nossa elite se acostumou a lidar com os nossos negros dessa maneira: olhando-os pelas costas enquanto surravam-lhes com os açoites vis e cruéis.
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terça-feira, 21 de abril de 2009
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