
Professor não é terrorista. Terrorista se torna o Estado e seus administradores quando não cumprem com suas obrigações legais.
O liberalismo até certo ponto é bom. Passou disso ele se torna perverso para os pobres e excelente para aqueles que gostam de lucrar de forma desmedida, mesmo que com isso pessoas passem fome, percam seus empregos e seus filhos não tenham educação. Essa perversidade resultou em indignação universal, há muito tempo. Foi com o advento da Revolução Industrial que o mundo percebeu que o liberalismo exasperado era cruel e ignóbil.
Diante disso, os homens foram presenteados com os direitos humanos de segunda geração, que são os direitos sociais, onde o Estado tem a obrigação de realizá-los. Os direitos sociais estão previstos em nossa Constituição Federal, mais precisamente nos artigos 6º e 7º.
O liberalismo até certo ponto é bom. Passou disso ele se torna perverso para os pobres e excelente para aqueles que gostam de lucrar de forma desmedida, mesmo que com isso pessoas passem fome, percam seus empregos e seus filhos não tenham educação. Essa perversidade resultou em indignação universal, há muito tempo. Foi com o advento da Revolução Industrial que o mundo percebeu que o liberalismo exasperado era cruel e ignóbil.
Diante disso, os homens foram presenteados com os direitos humanos de segunda geração, que são os direitos sociais, onde o Estado tem a obrigação de realizá-los. Os direitos sociais estão previstos em nossa Constituição Federal, mais precisamente nos artigos 6º e 7º.
Dessa forma concluímos que o Estado tem obrigação legal de realizar os direitos sociais, o que está sendo negado aos nossos professores e crianças da rede pública de educação do Rio Grande do Sul. Isso, sim, é terrorismo.
2 comentários:
Realmente esta é a lição que deveria ser ensinada nas escolas, quem são os verdadeiros torturadores e, mais ainda, quem são os torturados.
A senhora governadora esqueceu de esclarecer que as crianças e professores é que são torturados, por uma política educacional autoritária e verticalizada onde a carrasca, a seu mando, é a própria secretária de educação, Mariza Abreu, com seu plano de carreira ameaçador e visisionário ao interesse político do partido. Trabalhar sem suporte técnico, físico, político, financeiro, moral, ético, além de ser educadora, ter que ser psicóloga, assistente social, enfermeira, mãe e outros papéis e ao final do mês não receber o suficiente para honrar com as divídas básicas para a nossa sobrevivência. Sem contar o sucateamento da profissão perante a sociedade. Não senhora governadora, o professor não é torturador e sim um maluco sonhador sofredor.
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