sábado, 30 de maio de 2009

DEPUTADO SÉRGIO MORAES DO PTB NO TELE SEXO?


Depois de ser abordado na Câmara por um dos integrantes do programa CQC, da Band, o deputado Sérgio Moraes (PTB), conhecido por ter dito que “se lixa” para a opinião pública, pediu em plenário que o presidente da Casa, Michel Temer (PMDB-SP), limite o acesso dos integrantes do humorístico à Casa.

Moraes ficou irritado depois que Danilo Gentili, um dos integrantes do CQC, teria lhe pedido informações sobre a denúncia de que usou telefone público instalado na residência de seu falecido pai, no Rio Grande do Sul, para fazer ligações a um disque-sexo. De acordo com Gentili, o deputado teria reagido com termos chulos.
Fonte: Zero Hora - 30 de maio de 2009

O TARADO DA DITADURA



A anistia no Brasil, mobilizou vários setores da sociedade que lutavam em busca da democracia. O lema “Anistia Ampla, Geral e Irrestrita” indicava que ela devia ser para todas as pessoas que resistiram ao autoritarismo e se rebelaram contra todas as formas de abuso cometidos pela ditadura militar. Entretanto, percebendo que a democracia estava por vir e que ela traria cobranças com o objetivo de responsabilizar e punir os abusadores, vários torturadores lamberam os sapatos de alguns parlamentares para que fossem protegidos, também, pela anistia.

Lamberam tanto, mas lamberam tanto, que acabaram escapando da punição. Hoje, muitos deles trabalham no Congresso Nacional e alguns até deputado viraram. Eles nunca conseguiram viver sob o manto da democracia, pois esta exige que as diferenças sejam resolvidas no mundo das idéias, com um bom debate buscando o aprimoramento da inteligência humana em busca do bem para todos.

Sabe-se que torturadores e seus simpatizantes nunca foram inteligentes, pelo contrário, são pessoas infelizes que sofrem por conta de distúrbios. Principalmente os sexuais. Por exemplo, sabe-se que alguns deles gostariam de assumir o gênero feminino, no entanto, por conta da farda – esta acaba por torná-los verdadeirtos prisioneiros emocionais – não conseguem assumir plenamente esse desejo, temem ser punidos pelo crime de pederastia e virar chacota de seus colegas.

Essa frustração interior acaba canalizada na violência com que eles tratam as suas vítimas que assumem a sua homossexualidade, ou seja, por não poderem assumir eles tornam-se algozes furiosos, pois identificam no outro a homossexualidade que está dentro de si e isso os irrita. Sabem que aquele que assume é feliz e não podendo agir assim se tornam infelizes e por consequência tornam-se violentos, são os verdadeiros tarados da ditadura. Os torturadores e seus seguidores, nos remetem ao saudoso Bezzerra da Silva que dizia: “Você com o revólver na mão é um bixo feroz, feroz, sem ele anda rebolando e até muda de voz, isto aqui cá pra nós...”.

Só para registro, o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) é um defensor da ditadura militar (1964-1985) e classificou, segundo o jornal Zero Hora do dia 30 de maio de 2009, o Ministro da Justiça, Tarso Genro, de traidor por ter pedido a punição do coronel da reserva Carlos Alberto Brilhante Ustra, acusado de ter sido torturador. Por meio de sua assessoria de imprensa, o ministro da Justiça informou que não comentaria a provocação do deputado. Se o deputado Bolsonaro criticasse um Ministro no seu saudoso tempo, a esta hora seus filhos estariam órfãos. Como é boa a democracia, até quem fala merda tem direito de cagar.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

DICA DE LEITURA PARA O TIÃO GAVIÃO

O senador Pedro Simon quer boicotar a Comissão Parlamentar de Inquérito(CPI) contra o governo Yeda. Isso é trágico, esse comportamento do senador estimula a corrupção e facilita a legitimidade do ilícito no trato da coisa pública.

Sugiro que o senador Simon leia o livro "Boicote às CPIS facilitou a corrupção". Esta obra vai mostrar ao senador o quanto custa para a sociedade boicotar uma CPI. É um preço muito alto, isso fomenta a violência, aumenta as desigualdades e engrossa a camada da pobreza em um país. Isso é nocivo para a Democracia.

Essa é minha dica de leitura para o velho Simon de guerra. O livro é de autoria de um outro Senador, xará do Sr Pedro Simon...peraí, será que é o mesmo? Não pode ser. Por favor me desculpem pelo equívoco. O autor do livro é o mesmo que quer boicotar a CPI no Rio Grande do Sul? Não, não pode ser, seria muita canalhice, muita falta de vergonha na cara, muita sacanagem, isso não, o senador Pedro Simon não seria capaz disso.
Então, como eu estava falando, essa é minha dica de leitura ao senador Simon, um livro revelador feito por um xará seu, também senador.

O INVISÍVEL

O Secretário da Transparência do desgoverno Yeda é tão transparente, mas é tão transaparente, que não aparece...
O desgoverno Yeda nada fará sobre as escutas telefônicas que flagraram Walna Vilarins Meneses, assessora da desgovernada Yeda, em conversas, no mínimo, muito suspeitas, com Neide Bernardes, indiciada na Operação Solidária. Quem apóia essa omissão horrenda é o secretário da transparência, ou melhor, o secretário da opacidade do desgoverno, o Sr Otaviano Brenner de Moraes.

Ninguém entende como o Sr Otaviano, membro do ilustre Ministério Público (MP), tem estômago para esconder as ações de possíveis corruptos. Quero acreditar que no tempo em que atuava no MP ele não agia dessa forma. O comportamento atual do secretário da opacidade está fazendo muito mal para a saúde social do Rio Grande do Sul, estamos vivendo um verdadeiro caos político.

Não consigo entender como que um Procurador de Justiça consegue atuar num cenário político como esse, cheio de injustiça. Sr Otaviano, lhe darei um conselho: não adianta procurar pela justiça onde ela não existe. Seria melhor então, já que ele não vai fazer nada em relação ao episódio das gravações, pular fora. Tentar defender esse desgoverno é suicídio, no final das contas vai sair ganhando quem sempre lutou contra as maracutaias tucanísticas, como dizia o velho Odorico.

Não dá mais para segurar esse rojão, a sociedade não agüenta mais tanta corrupção, a sociedade não suporta mais ver as blindagens que são feitas contra as criticas ao desgoverno Yeda. O povo gaúcho politizado deu um tiro no pé ao eleger essa senhora. É um governo pornográfico que perdeu a sua legitimidade recebida nas urnas. Infelizmente todos os governantes tratam o povo dessa maneira, tirando-lhes a dignidade e a esperança, precisamos de luz na política, precisamos de mulheres de verdade, que assumam o seu gênero e governem em prol da vida e não em prol da guerra e da morte como governam os homens.

A FORÇA DO DESGOVERNO YEDA


Cercado de corrupção como pode um governo sobreviver? Ele sobrevive porque pessoas influentes lhe dão força. Entretanto, quando as provas vierem a público, os influentes serão os primeiros a pular fora e aí vão dar um outro tipo de força para a Sra Yeda.

terça-feira, 26 de maio de 2009

ME SINTO UM PALHAÇO NAS ALTURAS


Recordo a entrevista concedida pelo vice-governador, o Sr Paulo Afonso Feijó, ao jornal Zero Hora, no dia 08.10.2006. Nesta, o Sr Feijó declara o seguinte: [...] “o Banrisul, há muitos governos, tem sido utilizado como cabide de emprego e partidarização do banco. O presidente do banco hoje é indicado pelo senador Simon, é sobrinho de Pedro Simon. Quem são os vice-presidentes do banco? Cargos políticos como a presidência. O banco tem de ser eficiente, tem de dar oportunidade aos funcionários de carreira. E não a uma pessoa que nunca dirigiu um caixa de boteco. E por que ele está lá? Porque é protegido do senador Simon."

O vice-governador estava falando do nosso personagem simpático, o querido “Tião Gavião”, chefe do PMDB. Tudo bem até aí. Eu juro que não acreditei nessa conversa fiada do Sr Feijó, quero que a Sra Yeda caia do palanque se eu estiver mentindo. Eu não acreditei.

No entanto, recordei da gravação polêmica feita pelo Sr Feijó quando este flagrou o Ético, Sr Cézar Busatto, afirmando que o Banrisul é fonte de financiamento das campanhas do PMDB. Em seguida me julguei e me condenei quando percebi que fui um palhaço ao desconfiar do vice-governador. Ele estava repleto de razão quando apontou as relações perversas entre PMDB e Banrisul. Mas como dizia o velho palhaço Bozo, o negócio é sempre rir...só não sei aonde tá a graça.

O TERCEIRO É FUNCIONÁRIO FANTASMA


Esse trio aí em cima faz muito sucesso no Rio Grande do Sul. Eles promoveram o show "Operação Rodin, onde eu tiro o que é teu e pego pra mim". O terceiro é funcionário fantasma do Banrisul, arrumou o emprego com a ajuda do titio que é senador. Os dois que sobraram na foto não são os verdadeiros cantores, são laranjas e nem sabem por que estão aí.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

TIÃO GAVIÃO ESTÁ COM A MEMÓRIA FRACA


Segue rendendo a insinuação do senador Pedro Simon de que o ministro da Justiça, Tarso Genro, está por trás das denúncias que envolvem figuras do governo do Estado e do PMDB. Embora Simon tenha dito que não lembra de ter usado o nome de Tarso, a entrevista do repórter Jocimar Farina é inequívoca.
No Gaúcha Atualidade, Tarso desafiou Simon a provar que ele está usando a PF, como já tinha feito em entrevista a Zero Hora. Disse que a insinuação não combina com a biografia de Simon.
Cabe lembrar que Walna Meneses, assessora da governadora Yeda Crusius, não está sendo investigada pela Polícia Federal. Ela foi flagrada em conversas (cifradas) com uma das indiciadas na Operação Solidária.
Fonte: Blog da Rosane de Oliveira - 25 maio 09
Comentário: Apoie a CPI do governo Yeda, Sr. Tião Gavião, e fale menos, fale menos...

TIÃO GAVIÃO PEDE PARA NÃO VOTAREM MAIS NELE...



OBA!!! NÃO PRECISAMOS MAIS VOTAR NO PEDRO SIMON, É TEMPO DEMAIS.

MUTLEI, FAÇA ALGUMA COISA...


Todos sabem, se não me engano foi em abril do corrente ano, que a senhora Yeda usou a Brigada Militar (sucateada que está) como instrumento (para variar) para homenagear pessoas importantes, como a sua filha por exemplo. Isso mesmo, Tarsila Crusius, filha de Yeda e o chefe da Casa Civil, José Alberto Wenzel, ganharam a Medalha Tiradentes, da Brigada Militar.

O comportamento palaciano não agradou a opinião pública que fez várias críticas sobre o fato, porém a mídia amiga não falou nada sobre isso. É no mínimo estranho uma mãe condecorar a própria filha (quanta humildade gente). O mais rídiculo disso tudo é perceber que a Brigada Militar, além de estar aos pedaços, faz homenagens a políticos que não estão nem aí com a corporação.

A Brigada Militar, usar dinheiro público para fabricar medalhas e oferecê-las a quem não merece é no mínimo nojento. É o governo do famoso "Dick Vigarista", aquele que sempre condecorava o seu cachorrinho "Mutlei" com medalhas, enquanto este só ria. Está cada vez mais engraçado, agora vai...

BALANÇA, BALANÇA, BALANÇA, MAS NÃO CAI...


Na literatura científica, quando se fala em polícia, várias informações sobre o tema surgem para uma profunda análise.
A polícia ganha mal, não é novidade. A polícia arrisca a vida diariamente, isso também não é novidade e a polícia não é levada a sério pelos governantes políticos.
Não sou policial, entendo até bem pouco do tema, porém tenho interesse pelo mesmo.
O meu interesse fica aguçado quando vislumbro as situações de perigo que ameaçam a vida dos policiais. Como explicar os atos de bravura desses homens?
Eles são verdadeiros heróis e infelizmente não são reconhecidos pelos políticos desse Brasil. Em particular, o caso da senhora Yeda me assusta. Ela reajustou o seu próprio salário em 143% e aos policiais nada foi concedido.
A senhora Yeda alega que garantiu o pagamento integral da "Lei Britto", como se fosse um favor, um reajuste, quando na verdade é um direito, portanto mais um engodo da governadora. Ela não reajustou o salário dos policiais e não irá reajustar, o negócio é enrolar.
No caso do palanque que quase caiu uma coisa é certa: além de coragem é preciso ter estômago para ser policial.

sábado, 23 de maio de 2009

PEDRO SIMON É TIÃO GAVIÃO


Desde 1958 o senador Pedro Simon está no cenário da política brasileira. É respeitado e admirado por aliados e opositores. No entanto, esse respeito e admiração se devem ao modus operandi de como se fazer política no Brasil. Pedro Simon se acha acima da ética, como se fosse uma espécie de super herói da política brasileira, uma espécie de bom velhinho. Seus erros passam despercebidos e ninguém quer falar sobre o seu lado perverso. Pedro Simon é uma espécie de “Tião Gavião” da política brasileira e veremos porquê.

É descendente de imigrantes libaneses que chegaram a Caxias do Sul em 1922. Estudou em Porto Alegre no colégio Rosário, onde foi presidente do grêmio estudantil. Formou-se em Direito pela PUCRS e estreou no cenário da política em 1958, como vereador em Caxias do Sul, pelo PTB. Em 1962, foi eleito deputado estadual e na época do Ato Institucional nº 2, em 1965, ingressou no antigo MDB, sendo reeleito deputado estadual em 66, 70 e 74. Atuou como ministro da Agricultura no governo Sarney e foi governador gaúcho em 1986. Em 1990 renunciou ao governo do estado para concorrer a senador, cargo para o qual foi eleito. Coordenou a comissão parlamentar mista de inquérito que levou ao impeachment do presidente Collor e foi líder do governo Itamar Franco. Atualmente está em seu quarto mandato como senador.
A conquista deste invejável currículo se deve ao exercício da política dos nossos parlamentares brasileiros, que se organiza procurando preservar e fortalecer o interesse de alguns grupos econômicos, algumas famílias e grupos autoritários. Os grupos econômicos privilegiados sustentam as maracutaias políticas e estimulam a corrupção no país. Algumas famílias, que comandam os meios de comunicação em massa, direcionam informações com o intuito de manipular a opinião pública. Elas criam falsas verdades em prol de políticos e contra outros, assim, recebem em troca, privilégios legislativos e econômicos, para o bom andamento do negócio familiar. Com isso, quando grupos organizados se revoltam com esse exercício político, saem às ruas em busca de mudanças e é aí que os grupos autoritários entram, buscando calar e desqualificar os movimentos sociais. O mecanismo é perverso, porém eficiente, pois os mesmos governantes, que lucraram antes, continuam lucrando, não é mesmo Sr. Pedro Simon?
Ele ajudou o ex-deputado Antônio Dexheimer, principal suspeito da morte do jornalista e também parlamentar, José Antônio Daudt, quando interferiu nas investigações da maneira que podia, como “governador”. O próprio Sr. Pedro Simon declarou ao jornal Zero Hora - em 3 de junho de 2008 - que à época do assassinato andava desconfiado de grampos em seus telefones e afirmou: -Eu tinha uma pessoa que ia e voltava com recados. Ou seja, ele contava com a ajuda de um garoto de recados, pois existia o medo de que suas conversas se tornassem pública. Significa dizer que boa coisa ele não conversava quando na tentativa de ajudar um suposto assassino. O partido do senador Pedro Simon e seus aliados criticaram a atitude do Ministro Tarso Genro quando este renunciou ao cargo de prefeito de Porto Alegre para se candidatar a governo do estado gaúcho. Entretanto, o Sr Pedro Simon fez a mesma coisa em abril de 1990, quando renunciou ao cargo de governador e optou por concorrer ao Senado para o qual foi eleito e ninguém o criticou por isso. Pedro Simon coordenou a comissão parlamentar mista de inquérito que levou ao impeachment do presidente Collor (CPI do Impeachment)que tinha somente um laranja na jogada (PC Farias). Atualmente, não quer apoiar a CPI contra o governo Yeda que está cercado de laranjas capazes de tornarem PC Farias em um anjo de candura. Mais tarde, o Sr Pedro Simon virou líder do governo Itamar Franco que era o vice de Fernando Color, ou seja, Pedro Simon virou líder de um governo suspeito e ninguém o criticou por isso. Ele, durante a propaganda eleitoral da campanha de 2004 falou sobre as virtudes da renovação na política e sobre como 16 anos é um tempo que exige mudanças na política, numa referência ao período em que o PT estava na prefeitura da capital gaúcha. Caso alguém não lembre Simon já esta completando 16 anos no Senado, sem contar o mandato anterior, mesclado com quatro anos de governo do Estado.
É esse o homem que diz uma coisa e faz outra, parece bonzinho quando na verdade mostra outra face, mais assustadora e mais horrenda, é o verdadeiro “Tião Gavião” da política brasileira. Cuidado com ele, não podemos mais votar nele. Ao votar em Pedro Simon estamos legitimando a manutenção de políticas nocivas e cheias de privilégios para os seus integrantes. Na realidade já faz muito tempo que ele está lá enrolando e sem capacidade de mudar.

sábado, 16 de maio de 2009

UMA ADMINISTRAÇÃO COM CORPO DE MULHER E CABEÇA DE DINOSSAURO

 

O governo da Srª Yeda não está ruim, nunca esteve, afinal de contas nunca houve governo, foi um amontoado de pessoas, com um único propósito: fazer o seu pé-de-meia e pular fora.
Os aliados políticos, narcisistas e corruptos que integram e integraram o governo da Srª Yeda, nunca respeitaram-na e fizeram um pacto: exterminar, politicamente a Srª Yeda. Só ela não percebeu. No entanto, se tudo isso vem ocorrendo, uma grande parcela de culpa vem do modo de ser político da própria Srª Yeda. Preocupada em querer governar igual a um homem, com braço de ferro, autoritarismo e prepotência, a Srª Yeda perdeu a chance de mostrar como governa uma mulher de verdade. Poderia, se assumisse o seu gênero, comprovar que as mulheres são melhores administradoras que os homens. É uma pena que o seu governo esteja chegando ao fim dessa maneira tão melancólica e triste. O governo Yeda é uma caricatura mal feita da história de lutas e conquistas das verdadeiras mulheres. É um golpe na confiança do povo gaúcho, que queria um novo jeito de governar, um novo governo gaúcho e recebeu em troca a administração equivocada de quem não soube ser uma mulher de luta, uma administração que só sabe se envolver em escândalos e em denúncias de corrupção, uma administração que não governa e nem nunca governou de verdade. O governo da Srª Yeda não está tão ruim assim, afinal de contas ele nunca existiu.

A MULHER DO CAFEZINHO

Não falem mal da Srª Yeda, por favor. Ela teve uma papel importante na política brasileira quando era Ministra do Planejamento no governo do Sr Itamar Franco. No desenho acima, o mestre Angeli comprova o papel de destaque dessa senhora.
Eu, particularmente, sou contra o impeachment da governadora tucana, pois todos sabem a importância que tem a mulher do cafezinho nas repartições públicas, não é mesmo?