domingo, 8 de novembro de 2009

NOSSOS POLICIAIS ESTÃO SOFRENDO


A Revista Época dessa semana trata de um tema no mínimo instigante: o sofrimento eterno na vida dos nossos policiais. Transcrevo abaixo uma parte do texto da Revista sobre o assunto:

"A vida de policial no Brasil não é fácil. E raramente dá motivos para se orgulhar. Os salários são baixos, o treinamento é falho, as armas e os equipamentos são insuficientes para enfrentar o crime. Isso, todos sabem. Mas, até agora, pouca gente havia se preocupado em saber o seguinte: O que pensam os profissionais de segurança pública no Brasil. Esse é o nome de uma pesquisa inédita feita com 64 mil policiais em todo o país pelo Ministério da Justiça em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). Com 115 páginas, o estudo, cuja íntegra foi obtida em primeira mão por ÉPOCA, mostra, em números, não só quanto o policial brasileiro é despreparado, mas também como ele é humilhado por seus superiores, torturado nas corporações e discriminado na sociedade. O levantamento revela quem são e o que pensam os policiais – e quais suas sugestões para melhorar a segurança no país. Se o diagnóstico feito pelos próprios agentes é confiável, a situação que eles vivem é desalentadora: um em cada três policiais afirma que não entraria para a polícia caso pudesse voltar no tempo. Para muitos deles, a vida de policial traz mais lembranças ruins do que histórias de glória e heroísmo."

FONTE: Revista Época

Interessante destacar que esse assunto foi tema de pesquisa no Centro Universitário Ritter dos Reis no ano de 2005, na cidade de Canoas, sob o título: "Silêncio Perverso: Policiais Vitimados". O Doutor Dani Rudnick foi orientador do trabalho que recebeu nota máxima. Ou seja, já não é de hoje que policiais estão doentes.

sábado, 7 de novembro de 2009

ASSÉDIO MORAL CONTRA OS POLICIAIS VITIMA A SOCIEDADE CIVIL


Nesse exato momento alguns policiais estão sofrendo, calados, por conta do assédio moral.
Nesse exato momento um policial está sendo isolado do grupo a que pertence, sendo transferido abusivamente contra a sua vontade e ignorado por seus colegas porque não é do mesmo partido político do seu chefe ou comandante ou porque não gosta de bajulação.

Nesse exato momento um policial está sendo impedido de se expressar porque é militar ou porque o seu chefe o impede sem motivo justo.

Nesse exato momento um policial está sendo ridicularizado, inferiorizado ou menosprezado frente aos seus pares porque se assustou em uma ocorrência envolvendo tiroteio ou porque não agrediu um preso que estava sob a sua custódia.

Nesse exato momento um policial está sendo culpabilizado ou responsabilizado injustamente pelo cometimento de atos, praticados, inclusive, pelo seu chefe ou comandante constantemente.

Nesse exato momento um policial está sendo desestabilizado emocionalmente ou profissionalmente pelo uso de chavões militares que acabam por desestimular gradativamente a sua autoconfiança e o interesse pelo trabalho.

Nesse exato momento um policial está sendo destruído, desencadeando ou agravando uma doença pré-existente por conta de uma vigilância acentuada e constante de seu chefe ou comandante.
A qualquer momento um policial que sofre com o assédio moral cometerá um grave erro na prestação do serviço de segurança pública e a vítima poderá ser você.
Cidadão brasileiro, os policiais são seres humanos responsáveis pela sua segurança. Eles sofrem calados, seja a voz deles e grite contra esse abuso.

POLICIAL DE VERDADE VOTA EM POLICIAL DE VERDADE


POLICIAL DE VERDADE NÃO CONDECORA QUALQUER UM.
POLICIAL DE VERDADE CONDECORA POLICIAL DE VERDADE.

UNIFICAÇÃO POLICIAL: POR UMA POLÍCIA ÚNICA E DESMILITARIZADA, PRONTA PARA SERVIR A UMA SOCIEDADE CIVIL EM UM ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO


A Câmara dos Deputados deverá priorizar a discussão e votação de projetos que tratam da reforma da segurança pública. O presidente da Casa, deputado Michel Temer (PMDB-SP), disse que vai conversar com os líderes partidários sobre a questão e fazer um levantamento de todos as propostas em tramitação sobre o tema para que o Congresso possa discuti-las.
"Acho que o sistema demanda muitas modificações estruturais", afirmou.Em relação a questão da unificação das policias Militar e Civil, Temer disse que é preciso analisar qual é a melhor estruturação para as duas forças policiais e que a Câmara vai estudar o assunto para encontrar a melhor organização. "Eu tenho hoje grande simpatia pela ideia de unificação das policias. Agora é uma coisa que tem que ser feita paulatinamente", disse.
Segundo Temer, o Congresso pode aprovar a legislação sobre a unificação das polícias, "mas a fusão deve ser feita vagarosamente". Ele afirmou que hoje é "francamente" favorável a estudos que conduzem à unificação das duas policias.

TIRARAM O BODE DA SALA


O governador de Santa Catarina, Luiz Henrique da Silveira, afastou o diretor do Departamento de Administração Prisional, Hudson Queiroz, nesta quarta-feira (4).

A saída dele foi motivada por denúncias de tortura a presos em duas penitenciárias. Um vídeo com cenas de tortura teria sido gravado durante uma operação na Penitenciária de São Pedro de Alcântara (SC), em 2008. Presos do presídio de Tijucas (SC) também relatam maus-tratos. Um agente prisional, que estaria envolvido no caso, também foi afastado na segunda-feira (2).
Na segunda-feira (2), o governador de Santa Catarina havia confirmado que afastaria dos cargos os envolvidos no caso. O governador deve anunciar na quinta-feira (5) o nome do substituto do diretor.

A Secretaria Executiva da Justiça e Cidadania abriu um processo administrativo para apurar o caso em São Pedro de Alcântara. A conclusão do processo deve demorar 30 dias. (*com informações do Diário Catarinense)
FONTE: G1/Brasil

MERITOCRACIA PARA POLICIAIS É IGUAL A ASSÉDIO MORAL. OUVIU BEM GOVERNADORA?

A prática do assédio moral está proibida na administração pública gaúcha. O projeto de lei complementar 219/2003 do deputado Ruy Pauletti (PSDB) foi aprovado na sessão plenária do dia 20 de junho.

O trecho acima descrito não tem mais validade. O Estado do Rio Grande do Sul ajuizou ação direta de inconstitucionalidade da Lei Complementar nº 12.561, de 12 de julho de 2006, do Estado do Rio Grande do Sul, que proíbe a prática do assédio moral no âmbito da administração pública estadual direta, de qualquer de seus poderes e instituições autônomas, de autoria do Deputado Estadual Ruy Pauletti, nos termos do Projeto de Lei Complementar nº 219/2003, que recebeu vários vetos de parte do Senhor Governador do Estado.


O Poder Judiciário, por maioria entendeu que essa lei devia ser criada pelo(a) Governador(a) do Estado e não pelo Poder Legislativo. Transcrevo o entendimento do Relator do Processo sob o nº 70017737511 que foi acompanhado pela maioria dos desembargadores, todos contra a validade da Lei:
DES. PAULO AUGUSTO MONTE LOPES (RELATOR) - Como assevera o autor, o Projeto de Lei Complementar nº 219/2003, originador da Lei Complementar nº 12.561, de 12 de julho de 2006, teve observada a tramitação regimental. Da mesma forma, sempre restou preservada a louvável intenção de seu proponente e a atualidade do tema nas relações administrativo-funcionais. Por outro, quanto às regras impugnadas, não se trata de meros princípios ou diretrizes, mas de normas objetivas. A inconstitucionalidade apontada é de natureza formal porque marcada por incontroverso vício de iniciativa ou porque refoge à iniciativa do respeitável Parlamento Estadual.Sucede que constitui prerrogativa constitucional a garantia de iniciativa do Chefe do Poder Executivo em matéria atinente aos servidores públicos estaduais, ao seu regime e ao estabelecimento de normas que disciplinem a estruturação e as atribuições relativas aos órgãos da administração pública estadual.Como visto, a Lei Complementar nº 12.561, de 12 de julho de 2006, sob a alegação de vedar o assédio moral no âmbito da Administração Pública, cria figuras típicas de infração administrativa, estabelece direitos e sanções funcionais, impõe deveres a órgãos da Administração Pública Estadual, interferindo na sua estrutura e na organização e investindo no regime jurídico a que devem submeter-se os servidores públicos estaduais, como consignados na decisão concessiva da liminar: “Assim, no art. 2º, ao definir o que considera assédio moral, estabelece relação entre a ação e a competência funcional, assim como no seu § único, ao estabelecer circunstâncias da tipicidade, menciona atribuições das atividades, criando, no art. 3º, sistema de apenamento e, em seus arts. 4º e 5º, normas procedimentais, em seu art. 6º, impõe programa a partir da receitas com multas, possibilitando, em seu art. 9º, remoção temporária e definitiva para a vítima, além de despesas para o Poder Executivo em seu art. 10 para sua execução” (fl. 19).Portanto, por afronta aos arts. 5º, 60, inc. II, alíneas ‘b’ e ‘d’, e 82, II, III e VII, da CE, JULGO PROCEDENTE a ação.

O voto vencido, que é a favor da validade da lei, pertence a Eminente Desembargadora Maria Berenice Dias. Irei transcrever a sua decisão:
DESA. MARIA BERENICE DIASTenho que, além de louvável a iniciativa da Assembléia Legislativa do Estado, este é o espaço de origem para tal tipo de previsão.Trago o exemplo do Rio de Janeiro, em que, desde agosto de 2002, a lei sobre assédio moral, de iniciativa do Legislativo - do Dep. Noel de Carvalho, está em vigor.Ao depois, aqui no Rio Grande do Sul, o Estatuto do Funcionário Público do Município de Porto Alegre sofreu uma emenda, por meio de lei complementar, apresentada pela Câmara de Vereadores, portanto iniciativa do Legislativo, inserindo o assédio moral no âmbito da legislação municipal.Trago, também, a título de ilustração, que na França, onde o assédio moral é crime, a lei é de iniciativa do Poder Legislativo.Fora disso, nenhum dos artigos da nossa Constituição Estadual invocados pelo eminente Relator estão afrontados pelo fato de o legislador ter buscado, em bom momento, penalizar o assédio moral, perversa postura que, cada vez mais, está tendo visibilidade dentro das relações de trabalho.Nos termos do art. 60, letra b, são da iniciativa privativa do Governador leis que disponham sobre serviços públicos do Estado, seu regime jurídico, provimento de cargos, estabilidade e aposentadoria. A letra d do art. 60 diz que são de iniciativa do Governador leis que disponham quanto à criação, estruturação e atribuições das Secretarias e órgãos da administração pública. Ora, em nenhuma dessas hipóteses a lei afronta a competência exclusiva do Senhor Governador.Também não vejo afronta ao art. 82, VII, que diz que é privativo do Governador do Estado dispor sobre a organização e o funcionamento da administração estadual.A regulamentação advinda do Legislativo, além de adequada, atende aos termos da própria Constituição, que impõe que se deva primar no âmbito da administração pública pelo princípio da moralidade. Assim, é de todo descabido que o Poder Judiciário exclua do ordenamento jurídico lei que vem exatamente proibir o assédio moral. Não há como dizer que é inconstitucional a Assembléia Legislativa regulamentar sua punição no âmbito da Administração Pública do Estado.No máximo caberia – e essa seria a minha sugestão – retirar alguns dispositivos da lei, os quais determinam os procedimentos. Esses depois seriam regulamentados pelo Executivo.Assim, encaminho meu voto no sentido de acolher somente em parte a ação, permitindo a sua permanência no ordenamento jurídico e excluindo parcialmente os artigos 3º, 4º, 5º e 6º, que dizem com os procedimentos. O que permaneceria é a imposição de sanções a uma postura que não deve ser tomada por nenhum funcionário público.Mesmo sem o procedimento, a lei teria um caráter pedagógico a ser regulamentado pelo Executivo.O voto é nesse sentido, Senhor Presidente.


O resumo da ópera é o seguinte: a governadora Yeda Crusius é quem deve criar uma lei que termine com a incidência do assédio moral na vida dos policiais estaduais.
Até o presente momento ela calou, não faz questão de resolver esse problema que aflinge a vida dos policiais, oriundo da ingerência administrativa de alguns chefes doentes.
A sociedade gaúcha é quem vai pagar o pato, pois não terá uma prestação de serviço com qualidade. A sociedade está pouco se lixando para os seus policiais.

PARA OS POLICIAIS, A PEC 300 É UM GOLPE. O SUBSÍDIO É A PROTEÇÃO.


A Constituição brasileira de 1988 determina que todos os policiais do país recebam o chamado subsídio, ao invés do tradicional salário mensal. Atualmente, no Rio Grande do Sul, recebem o subsídio os membros do poder Judiciário e do Ministério Público.

Para nós, policiais do estado gaúcho, o subsídio substituiria o vencimento atual e teria como teto o subsídio dos desembargadores do Tribunal de Justiça do RS, conforme estabelece o parágrafo 7º do art.39 da nossa Constituição Estadual. Ou seja, nós não dependeríamos mais do Poder Executivo para receber um mísero reajuste salarial, pois sempre que o Poder Judiciário tivesse um reajuste, por extensão, este seria repassado para os policiais. Isso manteria o nosso poder aquisitivo e a dos nossos familiares.

A PEC 300 não nos garante reajuste salarial periódico, o subsídio sim. A PEC 300 nos mantém ainda vinculado aos interesses políticos do Poder Executivo, o subsídio não. A PEC 300 é obra do Deputado José Otávio Germano, aliado da Governadora Yeda, o subsídio não é obra de politiqueiros, é direito constitucional previsto e garantido a todos os policiais do Brasil, expresso no parágrafo 4º do artigo 39, combinado com parágrafo 9º do artigo 144.

Desta forma nós, policiais gaúchos, aguardamos ansiosos que os poderes públicos do nosso Estado cumpram o ordenamento constitucional. Não estamos pedindo esmolas. Como policiais honestos e trabalhadores que somos, estamos exigindo que a lei constitucional seja cumprida.

A garantia do subsídio é fundamental para promover o devido exercício qualificado dos direitos sociais de nossos policiais e a de seus familiares, o que é salutar para a segurança pública de nossos cidadãos. Adotando um teto único, através do subsídio, reduziríamos as chances de manipulação de cargos com vantagens, gratificações à custa de apadrinhamentos políticos e interesses pessoais de chefias medíocres.A PEC 300 é um golpe muito bem estruturado, o subsídio é a proteção constitucional que temos contra esse golpe.

Chega de favores e esmolas de politiqueiros de plantão, pois somos policiais e queremos o cumprimento da Constituição Federal já.

QUE COISA FEIA: YEDA QUER PAGAR O SUBSÍDIO DOS DEFENSORES PÚBLICOS E NÃO PAGA O SUBSÍDIO DOS POLICIAIS

Ao manifestar publicamente apoio aos subsídios para defensores públicos e procuradores do Estado, a governadora Yeda Crusius provocou desconforto na base aliada e entre secretários, além de aumentar a insatisfação do funcionalismo.

Além das propostas que beneficiam a Defensoria Pública e a Procuradoria-Geral do Estado (PGE), outros três projetos tramitam na Assembleia para reajustar os vencimentos de desembargadores, juízes, procuradores e promotores de Justiça e conselheiros do Tribunal de Contas do Estado.
Dentro do Piratini, também há certa tensão referente à posição de Yeda. O secretário do Planejamento, Mateus Bandeira, vinha afirmando em todas as entrevistas ser contra o reajuste de altos salários. Nas últimas semanas, no entanto, apenas sustenta que “a população já sabe qual é meu ponto de vista”, reconhecendo sobrar menos dinheiro para as demais categorias

domingo, 27 de setembro de 2009

UM JORNALISTA DE RESULTADOS


A RBS está fazendo uma linda campanha em favor da vida: “Crack, nem pensar”.

Por outro lado, Giovani Grizzoti, funcionário da empresa RBS está fazendo um desfavor para a sociedade gaúcha quando ensina que vizinho bom, é vizinho morto. Isso mesmo, ele ensina em seu twitter (27 setembro 2009) como reconhecer um vizinho bom.

Esse Giovani Grizzoti é uma parada, ele é muito inteligente, é um repórter investigativo, verdadeiro, não fala besteiras e é formado em jornalismo. Que bacana!

Recentemente o STF decidiu que não havia necessidade de diploma para exercer a profissão de jornalista. Os verdadeiros jornalistas, sérios, competentes, mostraram a sua indignação, porém, como são a minoria, não foram ouvidos. Entretanto, a maioria ficou calada, pois não sabe nada de jornalismo, é parcial e só denuncia aquilo que o patrão deixa denunciar, caso contrário morre de fome.

Para o nosso modelo de sociedade de massa esses “jornalistinhas” são necessários. Eles são bons em desinformar e deformar a verdade, tudo em busca de um jornalismo de resultados, nem que o resultado seja a morte de seu próprio vizinho, se ele for bom.

Por outro lado, com base na lógica do funcionário da RBS, Giovani Grizzoti, o vizinho que é mau é aquele que está vivo. Giovani está vivo e é vizinho de alguém, logo, Giovani Grizzoti é um vizinho mau, pois está vivo e muito vivo. Como jornalista que é, serviu de exemplo para que o STF percebesse que o tipo de jornalismo que ele faz não necessita de diploma. Valeu Giovani Grizzoti, agora eu entendo muita coisa.

domingo, 16 de agosto de 2009

MAIS UM FILME DE SACANAGEM



44 MILHÕES FORAM DESVIADOS DO BOLSO DO POVO. OS POLICIAIS SABEM DISSO, OS PROFESSORES SABEM DISSO, OS PROFISSIONAIS DA SAÚDE SABEM DISSO E GANHAM MUITO POUCO PARA PRESTAREM OS SEUS SERVIÇOS PARA A POPULAÇÃO GAÚCHA. SE ESTA NÃO PUNIR ESSES CANALHAS E NÃO TIRAR ELES DO PODER, OS PROFISSIONAIS, ACIMA ELENCADOS, TRABALHARÃO SEM ESTÍMULO OU MOTIVAÇÃO, COM MUITO ÓDIO DA MAIORIA QUE VOTOU NA TURMA DA YEDA. DESSA MANEIRA, OS PROFISSIONAIS, OBRIGADOS A TRABALHAREM PARA ESSA GENTE CORRUPTA, NÃO PODENDO PUNÍ-LOS, PUNIRÃO O POVO. DEPOIS NÃO ADIANTA RECLAMAR DA FALTA DE SAÚDE, EDUCAÇÃO E SEGURANÇA; AFINAL DE CONTAS O POVO TEM O GOVERNO E A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA QUE MERECE. QUEM CRIA COBRA AMANHECE PICADO.

domingo, 9 de agosto de 2009

MISSÃO IMPOSSÍVEL PARA O PMDB: ESCONDER RIGOTTO NA CPI DA CORRUPÇÃO

Onde o Renan enfiou o seu dedo sujo Rigotto?


A CPI da corrupção que irá investigar o Professor Carlos Crusius, sua "ex-posa" e alguns homens de passado ilibado na política gaúcha, está preocupando os governistas, principalmente os integrantes do velho PMDB do Simon, do Renan Calheiros, do Rigotto (foto acima) entre tantos bons homens.

A investigação da ladroagem iniciou-se no governo do PMDB, representado por Rigotto. Se a CPI for verdadeiramente eficiente e investigar a fundo o esquema, Rigotto já estará morto politicamente, logo o PMDB fica sem canditado forte para concorrer ao Piratini.

Sabedores dessa ameaça, integrantes do Partido tentam convencer o lacônico Fogaça a concorrer. Por seu lado, Fogaça não quer ver seu nome atrelado ao esquema da operação Rodin, prefere cumprir a sua promessa e cumprir todo o seu mandato de Prefeito na capital dos gaúchos. Ou seja: se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.

A única coisa que resta aos integrantes do PMDB gaúcho é fazer o que vem fazendo há muito tempo: evitar o nome de Rigotto atualmente, tentar protegê-lo o máximo possível, esconder o jogo, evitar que investiguem o governo Rigotto, já que não conseguiram evitar a CPI da corrupção. Por outro lado, a oposição está com a faca e o queijo nas mãos. Se souber atuar nessa CPI, reduzirão em muito as chances dos governistas conquistarem o Piratini , ano que vem (com exceção do DEM que está forte com o Feijó), porém, se falharem, o Rio Grande do Sul continuará refém do crime organizado por mais quatro anos.

sábado, 8 de agosto de 2009

VALE A PENA VER DE NOVO - Parte 1



Joaquim Domingos Roriz (Luziânia, 4 de agosto de 1936) é um político brasileiro, filiado ao PMDB, mesmo partido do Senador Pedro Simon que apóia o governo Yeda. Foi governador do Distrito Federal por quatro mandatos, ministro da Agricultura e Reforma Agrária nas duas primeiras semanas do governo Fernando Collor e senador, cargo ao qual renunciou em 4 de julho de 2007, depois de acusações de corrupção.
Acima, imagens do último discurso do Senador antes da renúncia. Por favor, peguem os lenços, retirem as crianças da sala, pessoas sensíveis e cardíacas não assistam esse discurso comovente que revela o quanto nossos políticos se preocupam com o povo (o povo lá da casa deles é claro). Vale a pena ver de novo, afinal de contas recordar é viver.

A PREVISÃO DE RAFAEL CORTEZ



Há muito tempo o governo Yeda já era piada nacional.

PARLAPATÕES DE PLANTÃO

Aqui, no Rio Grande do Sul, policiais recebem um salário miserável, os professores estão desgastados emocionalmente, as crianças nas escolas públicas precisam de auxílio Psico pedagógico, faltam políticas de saúde pública, os filhos estão vendo seus pais envelhercerem s em receberem os seus precatórios devidos.

Há crianças sob as pontes usando drogas para esquecerem a fome, os presídios gaúchos estão super lotados e ainda, a desgovernadora e seus aliados garantem que estão com o deficit zero enquanto desviaram 44 milhões dos nossos bolsos de forma fraudulenta.

Esse desgoverno nos deve muito, ouviu Mário Parlapatão? Tu és um canalha, tu e essa gente são um mau para o povo gaúcho. Vampiros, terroristas, mentirosos. Vocês conseguem olhar nos olhos de seus filhos e dormirem tranquilos?

A justiça divina não falha, quando a doença atingirem vocês na velhice ou seus filhos , não perguntem a Deus por qual motivo isso está acontecendo, pensem no mal que suas políticas e tramóias fizeram ao povo gaúcho.

QUESTÃO DE LÓGICA

JOGO LIMPO NO SENADO


quarta-feira, 5 de agosto de 2009

E AGORA, QUEM PODERÁ ME DEFENDER?

Quem defenderá a Desgovernadora Yeda? José Alberto Wenzel foi o único até agora quem ousou defender o indefensável, que bacana. Foi comovente vê-lo tentando argumentar, se não fosse trágico seria cômico. Ele foi um verdadeiro herói, este sim, um herói cômico e trágico ao mesmo tempo.

POR ONDE ANDA A GOVERNADORA YEDA?

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL:
CORAGEM PARA FAZER.



Amanhã
(Guilherme Arantes)

Amanhã será um lindo dia, da mais louca alegria
Que se possa imaginar, amanhã redobrada a força
Pra cima que não cessa, há de vingar
Amanhã mais nenhum mistério, acima do ilusório
O astro rei vai brilhar, amanhã a luminosidade
Alheia a qualquer vontade, há de imperar, há de imperar
Amanhã está toda a esperança por menor que pareça
O que existe é pra festejar, amanhã apesar de hoje
Ser a estrada que surge, pra de trilhar
Amanhã mesmo que uns não queiram será de outros que esperam
Ver o dia raiar, amanhã ódios aplacados temores abrandados
Será pleno, será pleno...

OUVIRAM, SEUS CORRUPTOS?




A HORA DO ESPANTO


No dia de anúncio do MPF, Yeda se isola. Não há previsão de viagem a Canela, no entanto, o que há, é a previsão de sebo nas canelas e foi para a serra que Yeda se mandou. Não se sabe quem ficará em Porto Alegre, na mansão dos Crusius. Esta há muito tempo virou casa mal assombrada.
Yeda está assustada, apavorada, aterrorizada com a famosa hora do espanto. Na tarde de hoje, quando o relógio marcar 15:00, o Ministério Público Federal (MPF) deve divulgar o ajuizamento de uma ação civil pública que compromete aliados de Yeda.

TROCANDO EM MÍUDOS COM O PROFESSOR XIMBICA - Parte 2


SENADO: Collor prometeu "relembrar momentos bastante incômodos" para Simon se o peemedebista insistir em mencionar seu nome publicamente.
XIMBICA: Estranhamente, após essa ameaça, Pedro Simon, parlapatão que é, segundo Collor, não mencionou mais o seu nome. Quem tem, tem medo.
SENADO II: Collor prometeu "relembrar momentos bastante incômodos" para Simon se o peemedebista insistir em mencionar seu nome publicamente.

XIMBICA: O que será incômodo relembrar sobre a vida do ético Pedro Simon? Alguma ligação no caso Daudt? Envolvimento nas denúncias de corrupção contra o Banrisul feitas pelo vice Feijó? Envolvimento no escândalo DETRAN/RS?

sábado, 1 de agosto de 2009

CONFIANÇA

“Estão fazendo horrores aqui contra a Yeda”. A frase é do senador Pedro Simon (PMDB), publicada no jornal O Globo (29/07/2009). Pedro Simon é o nosso Tião Gavião da política brasileira; é aquele que afirmou que de certo modo ajudou (usando de sua influência como Governador do RS) o deputado Antônio Dexheimer, principal suspeito de matar o jornalista José Antônio Daudt na noite fria de 04 de junho de 1988. Quem consegue confiar num indivíduo desses?

segunda-feira, 27 de julho de 2009

TROCANDO EM MÍUDOS COM O PROFESSOR XIMBICA - Parte 1


ESPORTE: "Carvalho faz cobranças e comunica afastamento de D' Alessandro"

Ximbica: O dirigente colorado esqueceu-se de comunicar o afastamento do Inter do G4.

Fonte: Globo Esporte



SOCIAL: " O caso do garoto que pedia $ para material escolar será contada pelo Cid no Brasil na Madrugada. É mais uma história de agressão à criança".

Ximbica: Será que os netos da Governadora Yeda estão conseguindo estudar sabendo que há uma terrorista solta por aí, que adora prender crianças em latões para estudarem?

Fonte: Twitter André Machado

TROCANDO EM MÍUDOS COM O PROFESSOR XIMBICA


Foto: Ximbica chupando os dentes que lhe restam


Professor Ximbica é Doutor em Sociologia da Políticagem Oculta. Área de Pesquisa: Educação Secreta para ocultos. Título da Tese:"O Ato Secreto no Oculto do Povo é Refresco". Harvard University. Conclusão: Abril 1971.
O Doutor Ximbica é o nosso mais novo contratado para atuar como analista e comentarista dos acontecimentos do mundo do ocultismo político. Atualmente, vive na cidade de Barra do Ribeiro no Rio Grande do Sul e enviará para a nossa redação, via pombo-correio, os seus bilhetinhos. Nós do "Caçadores" juntaremos e publicaremos, em doses homeopáticas.
Boa Leitura a todos.

sábado, 25 de julho de 2009

GRIPE A,A,A,A,A,A,A,ATCHIMMMMMMMMMM...

A gripe "A" veio para ficar aqui no Rio Grande do Sul, para nossa infelicidade. Pessoas tiveram o fio da sua vida desfiado do conjunto da obra terrena, se foram com o vento do sopro da morte, graças a gripe "A". Infelizmente não tiveram oportunidade de realizar seus sonhos. Várias pessoas ainda morrerão por conta dessa gripe e os governantes sabem muito bem disso. Eles mentem descaradamente, por intermédio dos meios de comunicação com o intuito de evitar uma revolta do povo. O atual Secretário da saúde do Rio Grande do Sul, Osmar Terra, afirma que não há motivos para pânico, que ela, a gripe "A", é igual a gripe comum. Não é, não.

VOCÊ ACREDITA?
Convém lembrar que Osmar Terra, no episódio da febre amarela, que havia iniciado lá, longe, no norte do Estado, havia garantido que não havia motivo para pânico, pois o mosquito transmissor não saia da mata, logo era absurdo todos recorrerem desesperados aos postos de saúde para tomarem a vacina. Pouco tempo depois o mosquito do norte, que não saia da mata, já se encontrava aqui em Guaíba. Um secretário que fala uma coisa e na realidade acontece outra, não merece credibilidade.

VOTO PARA MIM
Em sua campanha eleitoral para o governo do Estado, a então candidata Yeda Crusius fez sérias críticas contra as políticas de saúde pública do seu antecessor, Germano Rigotto. Agora pasmem, vocês sabem quem era o Secretário da Saúde? Ele mesmo, Osmar Terra. Curiosamente a Sra Yeda o manteve na Secretaria da Saúde como secretário. Ou seja, saúde não é coisa para ser levada a sério aqui no Rio Grande do Sul. Entretanto, para angariar voto vale tudo, até mesmo debochar da inteligência média dos gaúchos.

POLÍTICO NÃO MORRE POR CAUSA DA GRIPE "A" AQUI NO RIO GRANDE DO SUL.
Nenhum político morreu e com certeza não morrerá, aqui no Estado, por culpa da gripe "A". As políticas de saúde pública inexistem para a população, no entanto elas são direcionadas, assim como todas as políticas desse Governo, para proteger políticos que fazem politicagem e corruptos. O povo é quem vai morrendo, o povo é quem sofre e perde seus entes queridos. Os politiqueiros ficam encarregados de iludir o povo, mentir para ele, a fim de evitar uma convulsão social. Há muito tempo não temos políticas de saúde pública no Estado, há muito tempo nossos jovens e idosos morrem por falta de medicamentos e há muito tempo não se fala em prevenção da saúde contra doenças. Isso ocorre por que saúde pública não é nossa prioridade, a prioridade do atual governo é achar um modo de evitar uma CPI para investigar os atos de corrupção de políticos e empresários que estão imunes a gripe "A" .

DIÁLOGOS OBSCUROS


- Sarney, meu guru, eu fui teu Ministro da Agricultura, ou seja, apoiei o teu governo. Por isso, não me leves a sério quando lhe peço para se afastar do Senado, eu quero desviar o foco dos gaúchos do governo Yeda para o Senado.

- Eu sei Simon, eu sempre fui o que sou e você me ajudou muito, aliás somos do mesmo partido, o velho PMDB de guerra. É uma pena que você apoie o maior desastre político do sul: o desgoverno Yeda. Por que você não apoiou a CPI contra a corrupção deste desgoverno? Você escreveu o livro "Boicote às CPIS facilitou a corrupção" e não seguiu a sua própria cartilha? Hoje eu sei por que estás gritando de galo aqui em brasilia, enquanto, lá no sul, pia fino igual a um pintinho. São coisas da nossa política, Simon. O bom nisso tudo é que nós temos os nossos votos de cabestro, aconteça o que aconteça estes nunca nos deixarão fora da política, ha, ha, ha, ha, ha, ha...

sexta-feira, 24 de julho de 2009

BOA SORTE NILMAR, VOCÊ MERECE...


Nilmar: “O torcedor do Inter vai me entender”

Atacante agradece apoio do clube e se despede dos colorados


Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&section=Esportes&newsID=a2592266.xml

ATO SECRETO VIROU MODA...

Dona Gerturdes, catadora de lixo, surpreende-se com o tamanho do ventre da filha mais nova. Esta põe a culpa nos atos secretos, pois ouviu dizer que os atos secretos foderam com o povo.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

POR QUE SARNEY NÃO CAI FORA? - Parte 2


O senador Pedro Simon (PMDB-RS) é conhecido nacionalmente por sua cruzada contra a corrupção e pela defesa da moralidade pública. A retórica inflamada do senador gaúcho na tribuna do Senado é cantada em prosa e verso por seus correligionários, eleitores e admiradores.

Um estranho fenômeno, porém, atingiu o senador desde novembro de 2007, quando a Polícia Federal desencadeou a Operação Rodin no Rio Grande do Sul. A operação prendeu uma quadrilha acusada de desviar recursos públicos do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) no Estado. Para surpresa da população gaúcha, figuras até então respeitáveis da política local foram denunciadas como chefes da quadrilha, dando início a uma grave crise que atingiu em cheio o governo de Yeda Crusius (PSDB).

Com vários aliados acusados de integrar a quadrilha, Simon silenciou. Seguia fazendo seus discursos em Brasília, mas o Rio Grande do Sul foi riscado de sua geografia moral. A ausência de questionamentos na mídia contribuiu para alimentar esse silêncio. Em agosto deste ano, porém, uma nova denúncia abalou mais uma vez esse silêncio.

Atendendo a pedido da Procuradoria Geral da República, o Supremo Tribunal Federal autorizou a investigação de ilustres integrantes do PMDB gaúchos, acusados de envolvimento com um esquema de fraude na prefeitura de Canoas, administrada pelo tucano Marcos Ronchetti.

Estão sendo investigados, entre outros, o deputado federal Eliseu Padilha (ex-ministro dos Transportes do governo FHC), o presidente da Assembléia Legislativa, Alceu Moreira, o deputado estadual Marco Alba (atual secretário de Habitação do governo Yeda), e o prefeito de Sapucaia do Sul, Marcelo Machado, todos do PMDB.

O silêncio do senador acabou tornando-se ensurdecedor e ele acabou falando. Na manhã de 9 de setembro, em entrevista à rádio Gaúcha, Simon criticou as investigações considerando “infeliz” o momento em que ocorrem, referindo-se ao período das eleições municipais. “Esse problema de Canoas está aí há dois anos. Não é feliz iniciar uma discussão que nem essa há 30 dias da eleição. Podia ter tirado da gaveta há um ano e esse assunto já teria sido discutido”, disse o senador, que não tomou nenhuma iniciativa para “tirar esse assunto da gaveta” há um ano.

Antes desta manifestação, Simon ameaçou processar o atual vice-governador do Estado, Paulo Feijó (DEM) e o ex-chefe da Casa Civil do governo Yeda Crusius, Cézar Busatto (PPS), por declarações e denúncias envolvendo o PMDB e o Banco do Estado do Rio Grande do Sul. O atual presidente do Banrisul, Fernando Lemos, é afilhado político de Simon.

Em uma conversa gravada por Paulo Feijó, Busatto afirmou que o Banrisul seria utilizado pelo PMDB para financiar campanhas eleitorais no Estado. A revelação do conteúdo da conversa provocou a demissão de Busatto e quase decretou o fim do governo Yeda que chegou a criar um gabinete de transição para iniciar um “novo governo”.

Simon e Eliseu Padilha assinaram uma nota, em nome do PMDB gaúcho, rebatendo a acusação e anunciando uma ação judicial contra Busatto e Feijó. Mais tarde, desistiram da ação diante da afirmação do ex-chefe da Casa Civil de que tinha sido “mal-interpretado”. Mas antes disso, o vice-governador denunciou o desvio de cerca de R$ 18 milhões dos cofres públicos, envolvendo contratos do Banrisul com a Fundação de Apoio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Faurgs)

Segundo Paulo Feijó, em 2006, o Banrisul teria repassado R$ 24 milhões para a Faurgs. No mesmo período, porém, teria sido contabilizada a entrada de apenas R$ 6 milhões na fundação. Uma empresa terceirizada que prestaria serviços exclusivamente para a fundação teria recebido o restante. Feijó disse que sua denúncia estava baseada em um documento resultante das investigações feitas pelo Ministério Público. Ele entregou esse documento à governadora Yeda Crusius.

Fonte: http://www.correiodobrasil.com.br/noticia.asp?c=143481

PIADAS DO WIANEY - Parte 2


" me lembrando do saudoso, aquele que foi o melhor secretário de segurança desse Estado, o José Fernando Eichenberg. Ele terminou com as quadrilhas no Estado".
(Piada dita por Wianey Carlet no programa "Sala de Redação" do dia 23 de julho de 2009).
Comentários: Carlet está cada vez melhor, suas piadas são inigualáveis. Te cuida Ary Toledo. Ah, já ia me esquecendo, ao contrário do Carlet que só faz a gente rir, o ex-secretário Eichenberg fez muitos policiais chorarem por conta de transferências autoritárias, além de implementar a demissão voluntária dos policiais. Ou seja, destruiu a dignidade dos policiais (subalternos) e demitiu outros, como pôde terminar com as quadrilhas? Esse Carlet, é de morrer...

quarta-feira, 22 de julho de 2009

MOLEQUE E FANFARRÃO


Há um moleque, um fanfarrão trabalhando, ou melhor, atrapalhando o excelente serviço da Polícia Civil, entidade respeitável que bons serviços sempre prestou a sociedade gaúcha.
Parafraseando o capitão Nascimento, personagem do filme Tropa de Elite, Ricardo Lied é um moleque, fanfarrão e não honrou um cargo tão importante: chefe de gabinete do governo estadual.

O que lamentamos, infelizmente, é o envolvimento de um delegado da polícia civil legitimando a pseudo autoridade de um moleque irresponsável. E isso ocorre por que o fanfarrão se escondeu atrás do distintivo de um delegado, este sim a verdadeira autoridade, para chantagear um colega de governo, o ex-presidente do DETRAN/RS Sérgio Buchmann.

O delegado Luis Fernando Martins de Oliveira do DENARC não poderia ter agido daquela forma e eu, particularmente, não quero acreditar que o Delegado imaginava o que poderia ocorrer, acho que ele caiu em um golpe sujo e quando percebeu já se achava envolvido.

Desde que o escândalo do DETRAN/RS veio a público os integrantes do atual desgoverno Yeda Cruzes vem agindo com mentiras, truques e trapaças e com isso pessoas estão sangrando, verdadeiras vítimas dessa administração desastrosa.

Já não se sabe até que ponto o moleque de plantão plantou as drogas no apartamento do Fábio, filho do ex-presidente do DETRAN/RS, pois tudo foi tão sujo, tão repugnante que não podemos acreditar em uma só palavra de qualquer pessoa que seja integrante e defensor desse desgoverno.

Que bom se existisse um capitão Nascimento que pegasse o colarinho branco do Ricardinho Lied e lhe desferisse vários tapas no rosto para em seguida gritar: "tu és moleque Ricardinho, sai desse cargo, pois tu não honras o estado do Rio Grande do Sul, seu moleque, fanfarrão".
Com certeza o Ricardinho iria chorar e procurar a sua turminha, pois somente os irresponsáveis têm coragem para fazer a canalhice que até agora vem sendo feita na atual gestão do Executivo.

terça-feira, 21 de julho de 2009

A PIADA DO ANO

Wianey Carlet é um jornalista do grupo RBS. No entanto, no dia 20 de julho do corrente ano, no programa "Polêmica", ele mostrou o seu outro lado: Wianey Carlet é um grande piadista.
Nesse dia, um dos conviados do programa fez uma crítica leve sobre a vida política do Senador Pedro Simon, o nosso Tião Gavião da política brasileira. Imediatamente o âncora do programa interrompeu o convidado e saiu-se com essa: "Pedro Simon é a nossa referência moral na política".

Parabéns Wianey, essa foi muito boa, eu ri muito.

APRENDENDO A LIÇÃO


Professor não é terrorista. Terrorista se torna o Estado e seus administradores quando não cumprem com suas obrigações legais.
O liberalismo até certo ponto é bom. Passou disso ele se torna perverso para os pobres e excelente para aqueles que gostam de lucrar de forma desmedida, mesmo que com isso pessoas passem fome, percam seus empregos e seus filhos não tenham educação. Essa perversidade resultou em indignação universal, há muito tempo. Foi com o advento da Revolução Industrial que o mundo percebeu que o liberalismo exasperado era cruel e ignóbil.
Diante disso, os homens foram presenteados com os direitos humanos de segunda geração, que são os direitos sociais, onde o Estado tem a obrigação de realizá-los. Os direitos sociais estão previstos em nossa Constituição Federal, mais precisamente nos artigos 6º e 7º.
Dessa forma concluímos que o Estado tem obrigação legal de realizar os direitos sociais, o que está sendo negado aos nossos professores e crianças da rede pública de educação do Rio Grande do Sul. Isso, sim, é terrorismo.

sábado, 13 de junho de 2009

BRASIL, EU QUERO VER O SEU POVO DE CABEÇA EM PÉ

A genialidade do "Seu Jorge" me inspirou a criar esse vídeo. Espero que vocês apreciem e se inspirem, também.

sábado, 30 de maio de 2009

DEPUTADO SÉRGIO MORAES DO PTB NO TELE SEXO?


Depois de ser abordado na Câmara por um dos integrantes do programa CQC, da Band, o deputado Sérgio Moraes (PTB), conhecido por ter dito que “se lixa” para a opinião pública, pediu em plenário que o presidente da Casa, Michel Temer (PMDB-SP), limite o acesso dos integrantes do humorístico à Casa.

Moraes ficou irritado depois que Danilo Gentili, um dos integrantes do CQC, teria lhe pedido informações sobre a denúncia de que usou telefone público instalado na residência de seu falecido pai, no Rio Grande do Sul, para fazer ligações a um disque-sexo. De acordo com Gentili, o deputado teria reagido com termos chulos.
Fonte: Zero Hora - 30 de maio de 2009

O TARADO DA DITADURA



A anistia no Brasil, mobilizou vários setores da sociedade que lutavam em busca da democracia. O lema “Anistia Ampla, Geral e Irrestrita” indicava que ela devia ser para todas as pessoas que resistiram ao autoritarismo e se rebelaram contra todas as formas de abuso cometidos pela ditadura militar. Entretanto, percebendo que a democracia estava por vir e que ela traria cobranças com o objetivo de responsabilizar e punir os abusadores, vários torturadores lamberam os sapatos de alguns parlamentares para que fossem protegidos, também, pela anistia.

Lamberam tanto, mas lamberam tanto, que acabaram escapando da punição. Hoje, muitos deles trabalham no Congresso Nacional e alguns até deputado viraram. Eles nunca conseguiram viver sob o manto da democracia, pois esta exige que as diferenças sejam resolvidas no mundo das idéias, com um bom debate buscando o aprimoramento da inteligência humana em busca do bem para todos.

Sabe-se que torturadores e seus simpatizantes nunca foram inteligentes, pelo contrário, são pessoas infelizes que sofrem por conta de distúrbios. Principalmente os sexuais. Por exemplo, sabe-se que alguns deles gostariam de assumir o gênero feminino, no entanto, por conta da farda – esta acaba por torná-los verdadeirtos prisioneiros emocionais – não conseguem assumir plenamente esse desejo, temem ser punidos pelo crime de pederastia e virar chacota de seus colegas.

Essa frustração interior acaba canalizada na violência com que eles tratam as suas vítimas que assumem a sua homossexualidade, ou seja, por não poderem assumir eles tornam-se algozes furiosos, pois identificam no outro a homossexualidade que está dentro de si e isso os irrita. Sabem que aquele que assume é feliz e não podendo agir assim se tornam infelizes e por consequência tornam-se violentos, são os verdadeiros tarados da ditadura. Os torturadores e seus seguidores, nos remetem ao saudoso Bezzerra da Silva que dizia: “Você com o revólver na mão é um bixo feroz, feroz, sem ele anda rebolando e até muda de voz, isto aqui cá pra nós...”.

Só para registro, o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) é um defensor da ditadura militar (1964-1985) e classificou, segundo o jornal Zero Hora do dia 30 de maio de 2009, o Ministro da Justiça, Tarso Genro, de traidor por ter pedido a punição do coronel da reserva Carlos Alberto Brilhante Ustra, acusado de ter sido torturador. Por meio de sua assessoria de imprensa, o ministro da Justiça informou que não comentaria a provocação do deputado. Se o deputado Bolsonaro criticasse um Ministro no seu saudoso tempo, a esta hora seus filhos estariam órfãos. Como é boa a democracia, até quem fala merda tem direito de cagar.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

DICA DE LEITURA PARA O TIÃO GAVIÃO

O senador Pedro Simon quer boicotar a Comissão Parlamentar de Inquérito(CPI) contra o governo Yeda. Isso é trágico, esse comportamento do senador estimula a corrupção e facilita a legitimidade do ilícito no trato da coisa pública.

Sugiro que o senador Simon leia o livro "Boicote às CPIS facilitou a corrupção". Esta obra vai mostrar ao senador o quanto custa para a sociedade boicotar uma CPI. É um preço muito alto, isso fomenta a violência, aumenta as desigualdades e engrossa a camada da pobreza em um país. Isso é nocivo para a Democracia.

Essa é minha dica de leitura para o velho Simon de guerra. O livro é de autoria de um outro Senador, xará do Sr Pedro Simon...peraí, será que é o mesmo? Não pode ser. Por favor me desculpem pelo equívoco. O autor do livro é o mesmo que quer boicotar a CPI no Rio Grande do Sul? Não, não pode ser, seria muita canalhice, muita falta de vergonha na cara, muita sacanagem, isso não, o senador Pedro Simon não seria capaz disso.
Então, como eu estava falando, essa é minha dica de leitura ao senador Simon, um livro revelador feito por um xará seu, também senador.

O INVISÍVEL

O Secretário da Transparência do desgoverno Yeda é tão transparente, mas é tão transaparente, que não aparece...
O desgoverno Yeda nada fará sobre as escutas telefônicas que flagraram Walna Vilarins Meneses, assessora da desgovernada Yeda, em conversas, no mínimo, muito suspeitas, com Neide Bernardes, indiciada na Operação Solidária. Quem apóia essa omissão horrenda é o secretário da transparência, ou melhor, o secretário da opacidade do desgoverno, o Sr Otaviano Brenner de Moraes.

Ninguém entende como o Sr Otaviano, membro do ilustre Ministério Público (MP), tem estômago para esconder as ações de possíveis corruptos. Quero acreditar que no tempo em que atuava no MP ele não agia dessa forma. O comportamento atual do secretário da opacidade está fazendo muito mal para a saúde social do Rio Grande do Sul, estamos vivendo um verdadeiro caos político.

Não consigo entender como que um Procurador de Justiça consegue atuar num cenário político como esse, cheio de injustiça. Sr Otaviano, lhe darei um conselho: não adianta procurar pela justiça onde ela não existe. Seria melhor então, já que ele não vai fazer nada em relação ao episódio das gravações, pular fora. Tentar defender esse desgoverno é suicídio, no final das contas vai sair ganhando quem sempre lutou contra as maracutaias tucanísticas, como dizia o velho Odorico.

Não dá mais para segurar esse rojão, a sociedade não agüenta mais tanta corrupção, a sociedade não suporta mais ver as blindagens que são feitas contra as criticas ao desgoverno Yeda. O povo gaúcho politizado deu um tiro no pé ao eleger essa senhora. É um governo pornográfico que perdeu a sua legitimidade recebida nas urnas. Infelizmente todos os governantes tratam o povo dessa maneira, tirando-lhes a dignidade e a esperança, precisamos de luz na política, precisamos de mulheres de verdade, que assumam o seu gênero e governem em prol da vida e não em prol da guerra e da morte como governam os homens.

A FORÇA DO DESGOVERNO YEDA


Cercado de corrupção como pode um governo sobreviver? Ele sobrevive porque pessoas influentes lhe dão força. Entretanto, quando as provas vierem a público, os influentes serão os primeiros a pular fora e aí vão dar um outro tipo de força para a Sra Yeda.

terça-feira, 26 de maio de 2009

ME SINTO UM PALHAÇO NAS ALTURAS


Recordo a entrevista concedida pelo vice-governador, o Sr Paulo Afonso Feijó, ao jornal Zero Hora, no dia 08.10.2006. Nesta, o Sr Feijó declara o seguinte: [...] “o Banrisul, há muitos governos, tem sido utilizado como cabide de emprego e partidarização do banco. O presidente do banco hoje é indicado pelo senador Simon, é sobrinho de Pedro Simon. Quem são os vice-presidentes do banco? Cargos políticos como a presidência. O banco tem de ser eficiente, tem de dar oportunidade aos funcionários de carreira. E não a uma pessoa que nunca dirigiu um caixa de boteco. E por que ele está lá? Porque é protegido do senador Simon."

O vice-governador estava falando do nosso personagem simpático, o querido “Tião Gavião”, chefe do PMDB. Tudo bem até aí. Eu juro que não acreditei nessa conversa fiada do Sr Feijó, quero que a Sra Yeda caia do palanque se eu estiver mentindo. Eu não acreditei.

No entanto, recordei da gravação polêmica feita pelo Sr Feijó quando este flagrou o Ético, Sr Cézar Busatto, afirmando que o Banrisul é fonte de financiamento das campanhas do PMDB. Em seguida me julguei e me condenei quando percebi que fui um palhaço ao desconfiar do vice-governador. Ele estava repleto de razão quando apontou as relações perversas entre PMDB e Banrisul. Mas como dizia o velho palhaço Bozo, o negócio é sempre rir...só não sei aonde tá a graça.

O TERCEIRO É FUNCIONÁRIO FANTASMA


Esse trio aí em cima faz muito sucesso no Rio Grande do Sul. Eles promoveram o show "Operação Rodin, onde eu tiro o que é teu e pego pra mim". O terceiro é funcionário fantasma do Banrisul, arrumou o emprego com a ajuda do titio que é senador. Os dois que sobraram na foto não são os verdadeiros cantores, são laranjas e nem sabem por que estão aí.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

TIÃO GAVIÃO ESTÁ COM A MEMÓRIA FRACA


Segue rendendo a insinuação do senador Pedro Simon de que o ministro da Justiça, Tarso Genro, está por trás das denúncias que envolvem figuras do governo do Estado e do PMDB. Embora Simon tenha dito que não lembra de ter usado o nome de Tarso, a entrevista do repórter Jocimar Farina é inequívoca.
No Gaúcha Atualidade, Tarso desafiou Simon a provar que ele está usando a PF, como já tinha feito em entrevista a Zero Hora. Disse que a insinuação não combina com a biografia de Simon.
Cabe lembrar que Walna Meneses, assessora da governadora Yeda Crusius, não está sendo investigada pela Polícia Federal. Ela foi flagrada em conversas (cifradas) com uma das indiciadas na Operação Solidária.
Fonte: Blog da Rosane de Oliveira - 25 maio 09
Comentário: Apoie a CPI do governo Yeda, Sr. Tião Gavião, e fale menos, fale menos...

TIÃO GAVIÃO PEDE PARA NÃO VOTAREM MAIS NELE...



OBA!!! NÃO PRECISAMOS MAIS VOTAR NO PEDRO SIMON, É TEMPO DEMAIS.

MUTLEI, FAÇA ALGUMA COISA...


Todos sabem, se não me engano foi em abril do corrente ano, que a senhora Yeda usou a Brigada Militar (sucateada que está) como instrumento (para variar) para homenagear pessoas importantes, como a sua filha por exemplo. Isso mesmo, Tarsila Crusius, filha de Yeda e o chefe da Casa Civil, José Alberto Wenzel, ganharam a Medalha Tiradentes, da Brigada Militar.

O comportamento palaciano não agradou a opinião pública que fez várias críticas sobre o fato, porém a mídia amiga não falou nada sobre isso. É no mínimo estranho uma mãe condecorar a própria filha (quanta humildade gente). O mais rídiculo disso tudo é perceber que a Brigada Militar, além de estar aos pedaços, faz homenagens a políticos que não estão nem aí com a corporação.

A Brigada Militar, usar dinheiro público para fabricar medalhas e oferecê-las a quem não merece é no mínimo nojento. É o governo do famoso "Dick Vigarista", aquele que sempre condecorava o seu cachorrinho "Mutlei" com medalhas, enquanto este só ria. Está cada vez mais engraçado, agora vai...

BALANÇA, BALANÇA, BALANÇA, MAS NÃO CAI...


Na literatura científica, quando se fala em polícia, várias informações sobre o tema surgem para uma profunda análise.
A polícia ganha mal, não é novidade. A polícia arrisca a vida diariamente, isso também não é novidade e a polícia não é levada a sério pelos governantes políticos.
Não sou policial, entendo até bem pouco do tema, porém tenho interesse pelo mesmo.
O meu interesse fica aguçado quando vislumbro as situações de perigo que ameaçam a vida dos policiais. Como explicar os atos de bravura desses homens?
Eles são verdadeiros heróis e infelizmente não são reconhecidos pelos políticos desse Brasil. Em particular, o caso da senhora Yeda me assusta. Ela reajustou o seu próprio salário em 143% e aos policiais nada foi concedido.
A senhora Yeda alega que garantiu o pagamento integral da "Lei Britto", como se fosse um favor, um reajuste, quando na verdade é um direito, portanto mais um engodo da governadora. Ela não reajustou o salário dos policiais e não irá reajustar, o negócio é enrolar.
No caso do palanque que quase caiu uma coisa é certa: além de coragem é preciso ter estômago para ser policial.

sábado, 23 de maio de 2009

PEDRO SIMON É TIÃO GAVIÃO


Desde 1958 o senador Pedro Simon está no cenário da política brasileira. É respeitado e admirado por aliados e opositores. No entanto, esse respeito e admiração se devem ao modus operandi de como se fazer política no Brasil. Pedro Simon se acha acima da ética, como se fosse uma espécie de super herói da política brasileira, uma espécie de bom velhinho. Seus erros passam despercebidos e ninguém quer falar sobre o seu lado perverso. Pedro Simon é uma espécie de “Tião Gavião” da política brasileira e veremos porquê.

É descendente de imigrantes libaneses que chegaram a Caxias do Sul em 1922. Estudou em Porto Alegre no colégio Rosário, onde foi presidente do grêmio estudantil. Formou-se em Direito pela PUCRS e estreou no cenário da política em 1958, como vereador em Caxias do Sul, pelo PTB. Em 1962, foi eleito deputado estadual e na época do Ato Institucional nº 2, em 1965, ingressou no antigo MDB, sendo reeleito deputado estadual em 66, 70 e 74. Atuou como ministro da Agricultura no governo Sarney e foi governador gaúcho em 1986. Em 1990 renunciou ao governo do estado para concorrer a senador, cargo para o qual foi eleito. Coordenou a comissão parlamentar mista de inquérito que levou ao impeachment do presidente Collor e foi líder do governo Itamar Franco. Atualmente está em seu quarto mandato como senador.
A conquista deste invejável currículo se deve ao exercício da política dos nossos parlamentares brasileiros, que se organiza procurando preservar e fortalecer o interesse de alguns grupos econômicos, algumas famílias e grupos autoritários. Os grupos econômicos privilegiados sustentam as maracutaias políticas e estimulam a corrupção no país. Algumas famílias, que comandam os meios de comunicação em massa, direcionam informações com o intuito de manipular a opinião pública. Elas criam falsas verdades em prol de políticos e contra outros, assim, recebem em troca, privilégios legislativos e econômicos, para o bom andamento do negócio familiar. Com isso, quando grupos organizados se revoltam com esse exercício político, saem às ruas em busca de mudanças e é aí que os grupos autoritários entram, buscando calar e desqualificar os movimentos sociais. O mecanismo é perverso, porém eficiente, pois os mesmos governantes, que lucraram antes, continuam lucrando, não é mesmo Sr. Pedro Simon?
Ele ajudou o ex-deputado Antônio Dexheimer, principal suspeito da morte do jornalista e também parlamentar, José Antônio Daudt, quando interferiu nas investigações da maneira que podia, como “governador”. O próprio Sr. Pedro Simon declarou ao jornal Zero Hora - em 3 de junho de 2008 - que à época do assassinato andava desconfiado de grampos em seus telefones e afirmou: -Eu tinha uma pessoa que ia e voltava com recados. Ou seja, ele contava com a ajuda de um garoto de recados, pois existia o medo de que suas conversas se tornassem pública. Significa dizer que boa coisa ele não conversava quando na tentativa de ajudar um suposto assassino. O partido do senador Pedro Simon e seus aliados criticaram a atitude do Ministro Tarso Genro quando este renunciou ao cargo de prefeito de Porto Alegre para se candidatar a governo do estado gaúcho. Entretanto, o Sr Pedro Simon fez a mesma coisa em abril de 1990, quando renunciou ao cargo de governador e optou por concorrer ao Senado para o qual foi eleito e ninguém o criticou por isso. Pedro Simon coordenou a comissão parlamentar mista de inquérito que levou ao impeachment do presidente Collor (CPI do Impeachment)que tinha somente um laranja na jogada (PC Farias). Atualmente, não quer apoiar a CPI contra o governo Yeda que está cercado de laranjas capazes de tornarem PC Farias em um anjo de candura. Mais tarde, o Sr Pedro Simon virou líder do governo Itamar Franco que era o vice de Fernando Color, ou seja, Pedro Simon virou líder de um governo suspeito e ninguém o criticou por isso. Ele, durante a propaganda eleitoral da campanha de 2004 falou sobre as virtudes da renovação na política e sobre como 16 anos é um tempo que exige mudanças na política, numa referência ao período em que o PT estava na prefeitura da capital gaúcha. Caso alguém não lembre Simon já esta completando 16 anos no Senado, sem contar o mandato anterior, mesclado com quatro anos de governo do Estado.
É esse o homem que diz uma coisa e faz outra, parece bonzinho quando na verdade mostra outra face, mais assustadora e mais horrenda, é o verdadeiro “Tião Gavião” da política brasileira. Cuidado com ele, não podemos mais votar nele. Ao votar em Pedro Simon estamos legitimando a manutenção de políticas nocivas e cheias de privilégios para os seus integrantes. Na realidade já faz muito tempo que ele está lá enrolando e sem capacidade de mudar.

sábado, 16 de maio de 2009

UMA ADMINISTRAÇÃO COM CORPO DE MULHER E CABEÇA DE DINOSSAURO

 

O governo da Srª Yeda não está ruim, nunca esteve, afinal de contas nunca houve governo, foi um amontoado de pessoas, com um único propósito: fazer o seu pé-de-meia e pular fora.
Os aliados políticos, narcisistas e corruptos que integram e integraram o governo da Srª Yeda, nunca respeitaram-na e fizeram um pacto: exterminar, politicamente a Srª Yeda. Só ela não percebeu. No entanto, se tudo isso vem ocorrendo, uma grande parcela de culpa vem do modo de ser político da própria Srª Yeda. Preocupada em querer governar igual a um homem, com braço de ferro, autoritarismo e prepotência, a Srª Yeda perdeu a chance de mostrar como governa uma mulher de verdade. Poderia, se assumisse o seu gênero, comprovar que as mulheres são melhores administradoras que os homens. É uma pena que o seu governo esteja chegando ao fim dessa maneira tão melancólica e triste. O governo Yeda é uma caricatura mal feita da história de lutas e conquistas das verdadeiras mulheres. É um golpe na confiança do povo gaúcho, que queria um novo jeito de governar, um novo governo gaúcho e recebeu em troca a administração equivocada de quem não soube ser uma mulher de luta, uma administração que só sabe se envolver em escândalos e em denúncias de corrupção, uma administração que não governa e nem nunca governou de verdade. O governo da Srª Yeda não está tão ruim assim, afinal de contas ele nunca existiu.

A MULHER DO CAFEZINHO

Não falem mal da Srª Yeda, por favor. Ela teve uma papel importante na política brasileira quando era Ministra do Planejamento no governo do Sr Itamar Franco. No desenho acima, o mestre Angeli comprova o papel de destaque dessa senhora.
Eu, particularmente, sou contra o impeachment da governadora tucana, pois todos sabem a importância que tem a mulher do cafezinho nas repartições públicas, não é mesmo?

segunda-feira, 27 de abril de 2009

DINHEIRO PÚBLICO SÓ PARA SACANAGEM..."FALA LIDERAAAAAAANÇA".


Muitos gaúchos morreram e muitos ainda morrerão sem receberem o seu precatório. Enquanto isso, ninguém do escândalo do DETRAN/RS foi punido. Por favor devolvam o meu dinheiro desviado, pelo menos isso.

A DEMOCRACIA TEM MEDO DE LEMBRAR













DEMOCRACIA FAZ UM ALERTA PARA AS POLÍCIAS ESTADUAIS: JUSTIÇA MILITAR, ISTO TEM QUE ACABAR.

No Brasil, não há políticas efetivas para o combate correto da violência. Ainda impera a idéia de que a violência deve ser combatida com as forças policiais. Particularmente, em relação às polícias militares, podemos afirmar que elas são resíduos ditatoriais existentes em nosso país, infelizmente.
Os Estados receberam sinal verde da Constituição Federal para julgarem os seus policiais militares por uma justiça militar ou não. Disso, uma pergunta é necessária: é justo manter uma justiça especial caríssima ao bolso do contribuinte somente para atender o interesse de um pequeno grupo de policiais?

HIPOCRISIA, MEIA VOLTA VAMOS DAR NA OPINIÃO PÚBLICA

Conforme já havíamos analisado, a oligarquia domina o poder político que por conseqüência administra o Estado e suas instituições. Desta relação nefasta surgem as desigualdades sociais que fomentam a violência do nosso cotidiano. Para as elites brasileiras, o tema da violência, no Brasil, deve ser enfrentado de uma única maneira: com violência policial. Assim a manutenção de polícias militares em um regime democrático de direito, nada mais é que o deboche das elites sorrindo das classes pobres.
A elite dona da mídia assusta a opinião pública. Faz alertas sobre os rumos da violência e desestabiliza emocionalmente o povo com prognósticos terríveis. Dessa forma, legitima na mente das pessoas a idéia de que a violência policial é um mal necessário para resolver o problema da violência social. No entanto, ela não informa que a responsabilidade desse conflito é sua, oriunda de suas relações de dominação do poder político, econômico e social do país. Com essa hipocrisia a elite dá, como se diz na gíria, uma volta na opinião pública sobre o tema violência. Tudo isso para que a sociedade continue mergulhada na ignorância.

JUSTIÇA MILITAR ESTADUAL, MEIA VOLTA VAMOS DAR NA OPINIÃO PÚBLICA

Após o regime ditatorial em nosso país os perseguidos foram anistiados e os perseguidores e torturadores também. Como resultado, estes dois últimos grupos continuaram em cargos de chefia comandando as suas polícias militares. Hoje em dia temos um estado democrático de direito e muito embora a nossa sociedade seja civil, as elites mantiveram uma polícia militar para policiá-la.
As regras militares são mais rígidas para os oprimidos e mais fácil para os opressores. Nesse regime, os policiais militares são adestrados como cães (ver filme “Tropa de Elite”) e assim eles têm que obedecer a ordem do adestrador. E quando o adestrador falhar? Quando ele falhar, a justiça militar estadual entra em cena para proteger os seus integrantes, principalmente seus oficiais superiores, pois estes serão os juízes e desembargadores de amanhã, mesmo que não tenham formação jurídica.
No Rio Grande do Sul, o que perturba a inteligência média do conjunto da sociedade gaúcha é a falta de escrúpulos no discurso de alguns coronéis que tentam influenciar a opinião pública pró manutenção da justiça militar. De onde eles tiraram autoridade para falar sobre o assunto se foram eles quem administraram a justiça militar de maneira suja e perversa? Na verdade eles são hipócritas e não têm autoridade para isso.
A justiça militar estadual só serve para manter a injustiça. A atual justiça militar estadual do Rio Grande do Sul está submersa em sérias irregularidades, tais como a falta de transparência na distribuição dos processos, morosidade, indícios de nepotismo, vencimentos de magistrados (sem formação jurídica) com valores acima do teto constitucional que, segundo a Resolução do CNJ de nº 14/2006, é de R$ 24.500,00, práticas atentatórias à independência da magistratura materializadas em recomendações para que os juízes não profiram decisões contrárias ao entendimento do Tribunal e pessoas contratadas sem concurso público. Esse modelo sujo de administração dos intocáveis militares estaduais gaúchos foi constatado pelo relatório da Corregedoria Nacional de Justiça. A inspeção incluiu averiguações em duas auditorias militares de Porto Alegre e em todos os gabinetes do Tribunal.
Na verdade, o discurso conservador, de uma instituição militar honrada não cabe mais. Agora, ele só serve para dar, como se diz na gíria, uma volta na opinião pública. Não podemos manter essa estrutura cara, arcaica e ineficiente como é a justiça militar. Para se ter uma idéia, somente o recurso financeiro do Estado repassado a esse elefante branco daria para suprir em muito as necessidades na área da Segurança Pública. Manter essa justiça é atentar contra a economia pública, contra a segurança pública, contra a educação e contra a saúde pública. A justiça militar estadual não está intocável pelas cláusulas pétreas de nossa Constituição Federal, logo ela pode ser extinta e se assim ocorrer, a sociedade civil agradeceria, a saúde econômica do estado também e principalmente a democracia sairia fortalecida.